sábado, 1 de dezembro de 2018

Show de Prêmios. Nesse domingo em Porciúncula. No Parque de Exposição á partir das 15h.


Luciano Amaral é Eleito Presidente da Câmara para o Biênio 2019/2020 juntamente com Rodrigo, Eider e Rivan que completam a Mesa Diretora.


Plenário da CMC.
Arquivo Éocombatente
Nesse sábado(01), na Câmara Municipal de Carangola, aconteceu a eleição da Mesa Diretora para o Biênio 2018/2019. 
Sendo vitoriosa por 10 a 2 a Chapa assim composta:

Presidente: Luciano Amaral 
Vice: Rodrigo Enfermeiro
Primeiro secretário: Eider Valente 
Segundo secretário: Rivan Viana
Carangola sente o desejo e tem a esperança que essa Nova Mesa Diretora seja compromissada com os trabalhos legislativos e ajude a reconduzir Carangola aos trilhos. 
Inicia com o compromisso do andamento de uma Comissão Processante em curso. 
Desejo de boa sorte aos componentes da Mesa Diretora e que possam trilhar pelos grandes trabalhos que a Câmara outrora já desenvolveu por Carangola e toda a região. 

domingo, 14 de outubro de 2018

Cachaça Águas da Mata. Nosso 1º Point de Parada e Conhecimento na 4ª Expedição OFF ROAD da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira que irá acontecer de 1 a 4 de novembro.

De 1 a 4 de novembro nossa região irá receber cerca de 200 jeepeiros na 4ª Expedição OFF ROAD da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.
Participantes de MG, RJ, ES, SP, DF, SC e RS que querem conhecer a produção das Cachaças Artesanais de Alambique e os Premiados Cafés dessas Montanhas. 
Os participantes irão surfar em OFF ROAD 4x4 nas belíssimas montanhas que formam o contorno e o entorno das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/ES/RJ do Parque Nacional do Caparaó. Finalizando os últimos preparativos para esse grande evento que movimenta todas as históricas Fazendas e Propriedades Rurais produtoras de cachaças e derivados de cana de açúcar de toda essa região e os premiados cafés dessas montanhas. Promovendo o conhecimento e o desenvolvimento sustentável de toda essa rica e belíssima região. Nesse fim de semana visitamos a Fazenda do Dr José Sigiliano e nos encantamos com sua belíssima história na medicina e sua paixão por toda essa região. Lá será nosso 1º Point de Parada e conhecimento da produção das Cachaças Artesanais de Alambique e nosso almoço especial nesse dia. Também iremos conhecer o trabalho de preservação ambiental e produção sustentável da cachaça de alambique e a criação de carneiros e bovinos da raça Tabapuã. De lá, do alto da montanhas se avista a Pedra da Elefantina, a Cordilheira do Caparaó e do ponto mais alto o Frade e a Freira no ES. 
Mas fomos mais altos. Finalmente, depois de muitos contatos telefônicos, conhecer o proprietário Dr José Sigiliano e nos encantarmos com sua história de vida e seu trabalho voluntário, depois de se aposentar como médico do INCA, ajudando pessoas carentes. 
Dr. José Sigiliano Gomes Filho é Casado, pai de quatro filhos e após terminar o segundo grau no Colégio São Paulo em Muriaé  graduou-se em Medicina pela Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro em 1972. Trabalhou no Hospital Mário Koeff durante 11 anos, foi médico do Instituto Nacional do Câncer(INCA) durante 42 anos. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Mastologia, Tesoureiro, Secretário e Presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia - Regional Rio de Janeiro. Após aposentadoria do serviço público tornou-se membro voluntário do ambulatório da Igreja da Santíssima Trindade no Rio de Janeiro. Onde atende voluntariamente. É proprietário da Fazenda Águas da Mata. Produtora da Cachaça Artesanal de Alambique Águas da Mata e produtora de Bovinos da Raça Tabapuã e Ovinos. Além de um belíssimo trabalho de preservação e recuperação ambiental nesse belíssimo rincão. No local ainda irá construir uma Capela para que a população do entorno possa se reunir e celebrar sua fé. 
É a 4ª Expedição OFF ROAD da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira que irá acontecer de 1 a 4 de novembro promovendo o conhecimento da rica história de nossa região e sua gente. 




sábado, 6 de outubro de 2018

Escola Estadual Maria Carrara em Pedra Dourada realizou grandiosíssimo evento UBUNTU - FESTIVAL DA CULTURA AFRO - PROJETO FURTA COR nesse sábado.

No sábado(22) em Pedra Dourada em uma grande iniciativa da Escola Estadual Maria Carrara, liderada e comandada pela Professora Amanda com uma equipe de alunos e equipe e direção da Escola Maria Carrara foi realizado o UBUNTU - FESTIVAL DA CULTURA AFRO - PROJETO FURTA COR.
Projeto esse que contou com apresentações culturais, artísticas, palestras, entretenimento e uma riquíssima exposição de trabalhos e pesquisas sobre o Tema. Projeto esse classificado na SRE Carangola e na Secretaria Estadual de Educação de Minas Gerais.
O Diretor, da Escola Maria Carrara, SAMIR FARIA falou da importância do projeto, agradeceu e parabenizou a todos os envolvidos. Destacando o empenho da Professora Amanda.
Para nós do Éocombatente, termos à frente abrindo o evento nossa pequena Luísa da Glória ao lado de sua mãe a Professora Luciana Rampi, é uma alegria e um orgulho imenso. Ainda mais em um grandioso evento como esse. Quanta alegria.(vídeo acima).
Equipe de Alunas. Juntamente com a Professora Amanda,
Desenvolveram o projeto.
UBUNTU -
FESTIVAL DA CULTURA AFRO -
PROJETO FURTA COR 
No evento a oportunidade da descoberta de diversos talentos: Na pesquisa, nos desenhos, nos poemas e poesias, na música, na dança e na voz. Inúmeras preciosidades e joias raras. Sendo portanto com isso, ainda mais enriquecedor, esse evento.
Parabéns à todos os envolvidos nessa grande obra de arte que foi o UBUNTU - FESTIVAL DA CULTURA AFRO - PROJETO FURTA COR da Escola Maria Carrara em Pedra Dourada.
O professor Juliano Oliveira fechou, com chave de ouro, com sua palestra sobre o Tema. 
Confiram a seguir, clicando em mais informações, os registros sob as lentes do Éocombatente

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Juscelino Mecanico de Espera Feliz. Nosso agradecimento especial pela sua extrema Honestidade, Compromisso, Competência e Seriedade ao tratar uma raridade. Fez e faz o diferencial.

Eis que você passeando, na relíquia o Fusca 1963 Estilo Ratão, condução e transporte do Éocombatente e ele te deixa não mão no meio da estrada. O que parecia ser um tormento, com a turma que nos acompanhava, passou a ser uma diversão. Risadas com muitas brincadeiras e, graças a amigos e parceiros, o nosso socorro veio rápido. Obrigado Vinícius Pimentinha e Pocoroba. 
Mas o que enfim, no velho e cansado fusquinha que tem sido exigido ao máximo para acompanhar a extensa agenda do Éocombatente, um barulho esquisito no motor teria acontecido. Sem força para seguir em frente. Aí diversas opiniões. As mais caras e assustadoras possíveis. Até a troca total do coração do possante foi ventilada no momento. 
Esse, que havia ficado às margens da Rodovia, esperando o seu socorro. Então lembramos do velho amigo e parceiro do motociclismo Juscelino Mecânico em Espera Feliz. Já que estávamos entre Espera Feliz e Guaçuí e, depois de pensarmos inúmeras outras alternativas mais próximas de casa, esse rapidamente agilizou o reboque e na primeira impressão, ao ouvir o barulho do motor(o coração do potente), muita apreensão. Pois parecia coisa grave. Cabeçote trincado, rachado e quebrado.
O diferencial foi a honestidade do Juscelino Mecânico. Coisa raríssima e que deve ser exaltada, aplaudida e compartilhada por todos. Pois ao abrir a parte externa do motor esse constatou um pequeno problema e o solucionou imediatamente. O barulho no motor era maior que o problema. Entrando em contato nos informou já estar pronto o serviço. Sendo o preço correspondente ao pequeno serviço. 
Certamente. Em nossa aflição e desespero. Em momentos semelhantes a esse. Pagamos caro por nosso desconhecimento e nossa desinformação. Quando atendidos por quem não tem a mesma ética, seriedade, honestidade, compromisso e competência do Mecânico Juscelino. Coisa rara. Joia rara e peça rara. Mecânico bom e preço justo. Justíssimo. Na verdade, o valor desse gesto e honestidade, nunca poderemos pagar.
Agradecemos, reiteradamente, ao Mecânico Juscelino. Coisa rara e peça rara. Ainda existe gente, muita gente, honesta. Juscelino Mecânico é um deles. 

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Fazenda do Batatal em Tombos. Fará parte de ponto turístico de visitação da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira em sua 4ª edição de 1 a 4 de novembro. O local guarda relíquias e preciosidades históricas de fazenda cafeeira e uma das primeiras a produzir cachaça.


Fragmentos e peças inteiras guardam histórias e nos contam essas preciosas histórias. 

Relíquias e preciosidades contam a história de uma das mais tradicionais Fazendas de nossa região. A Fazenda do Batatal localizada em Tombos que fará parte de ponto turístico de visitação da  Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira. 
Daniel e Maria Bernardete Monteiro de Barros Gigliote
e Francisco Cabral - Éocombatente
Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.
O local é um Museu à céu aberto e guarda preciosidades: Móveis, objetos, utensílios, obras, maquinários e natureza exuberante de uma belíssima cachoeira e todo uma história da Fazenda do Batatal.
Na madeira, que forra o assoalho da Sede da Fazenda do Batatal, o registro do nome do destinatário. As iniciais  M. A. M. B significam Marco Aurélio Monteiro de Barros que é o Avô da atual proprietária e herdeira Maria Bernardete Monteiro de Barros Gigliote e são do tempo que a madeira foi importada e transportada do Rio de Janeiro até Tombos de Trem.
Hoje a equipe que trabalha no resgate e restauro da Sede da Fazenda, enquanto marcávamos o trajeto da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira - Edição 2018,  nos recepcionou calorosamente. Trabalho sensacional o deles feito com zelo, afinco, paixão e amor por essa belíssima história. Associando à vontade, paixão e amor da proprietária em resgatar toda essa história.
A Fazenda do Batatal também guarda monumentos de um dos primeiros alambiques de Cachaça da região. 
Por isso também faz parte da história da cachaça na região e fará parte desse grande projeto turístico de aventura e resgate cultural. Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira que promove o desenvolvimento sustentável e busca preservar nossa cultura. 
No local deverá ser criado, pelos proprietários, um Hostel Fazenda, Museu e área de lazer na belíssima cachoeira que foi também um dos sonhos e trabalho de seu parceiro e esposo Luiz Adolfo Soares Gigliote, que faleceu há cerca de 1 ano e, que juntos deixaram o Rio de Janeiro para viver nesse local aprazível e agradável e com eles trouxeram o filho Daniel Monteiro de Barros Gigliote que hoje trabalha com a mãe na administração desse sonhos e de toda a Fazenda do Batatal.
Seu esposo, Sr Luiz Adolfo Soares Gigliote, restaurou inúmeras peças sacras da Igreja local que também foi restaurada e inúmeras preciosidades. Bicicletas(dezenas), balanças e outras relíquias, equipamentos e peças.
Por isso afirmamos e reafirmamos. Não é preciso viajarmos para fora para conhecermos relíquias e preciosidades. Viajem para dentro de nossa Terra e de nossa região. A viagem é aqui mesmo. A viagem é pelas nossas ricas histórias, relíquias e preciosidades e a beleza aqui existente. Por isso, com garra e afinco, cada vez mais, temos a certeza que é esse o caminho certo. Onde todos crescem juntos: Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico do Bandeira. Destaca Francisco Cabral criador desse projeto de desenvolvimento em toda a região.

Confiram também as notícias relacionadas a Tombos e região: Trem Mineiro Festival de Culinária e a Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira:
Programas e Projetos, desenvolvidos, por Éocombatente que visam promover a Gastronomia(TREM MINEIRO FESTIVAL de CULINÁRIA) e o Turismo Aventura com o Programa Desenvolvimento Sustentável e Geração de trabalho e Renda e a 4ª Expedição OFF ROAD, que irá acontecer de 1 a 4 de novembro, da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira e a 5ª edição de 2019 já tem data marcada. Será de 15 a 18 de novembro.
O TREM MINEIRO FESTIVAL de CULINÁRIA irá acontecer de 29 de novembro a 02 de dezembro em Eugenópolis e de 13 a 16 de dezembro em Faria Lemos.





Rota dos Cafés e das Cachaças no Caminho do Pico da Bandeira. Projeto avança e interliga importantes regiões. Promovendo o conhecimento e o desenvolvimento.






Os objetos aqui divulgados não estão à venda. Seus valores são históricos e farão parte do acervo do Museu Histórico da Fazenda do Batatal a ser criado no local. Juntamente com a área de lazer e o Hostel Fazenda.


 Cliquem em mais informações para continuar visualizando os registros dessas relíquias e preciosidades da Fazenda do Batatal..

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Uma grande história de Carangola e Região sendo resgatada e salvada, por Éocombatente, que quase foi consumida pelo fogo do lixão em Carangola.


Nossa cultura errônea de que lixo só incomoda. No lixo existem histórias, culturas e riquezas imensuráveis.  
Historiadores buscam no "lixo" das antigas civilizações a história de seus hábitos culturais. Com isso refazem a história de nossos antepassados. 
Nessa semana o lixão de Carangola pegou fogo. Montanhas de lixo que se acumularam foram queimadas e trouxeram diversos problemas para a Comunidade de Lacerdina e, após a mobilização da comunidade em não permitir que mais lixo fosse ali depositado e o trabalho de cobertura fosse feito com o devido cuidado, nessa terça feira fomos ao local fazer os registros. 
Eis que para nossa agradável surpresa. Diante de tanto lixo acumulado e queimado, nossos olhos que são apaixonados por fotografia, encontramos no meio de um monte de papel que não havia sido queimado uma foto e, revirando aquela montanha de papel, encontramos centenas de fotografias que quase se perderam e com elas grandes histórias de Carangola e região e de uma família inteira. 
Nossa dedução é que uma faxina foi feita na casa e as fotos foram separadas(pois estavam em um só ponto) e, por descuido essas mesmas, foram encaminhadas junto com os outros materiais que seriam descartados. Em contato com pessoa ligada à família colocamos todo o material à disposição da família para o seu resgate e confirmada nossa suspeita. 

No entanto essas fotografias nos fez viajar nas grande histórias que elas contam: Bailes e Futebol no CTC. Construção da Sede do Campestre Clube. Subida do Cruzeiro. Exposições Agropecuárias de Carangola e provavelmente um dos primeiros grupos que realizaram a subida ao Pico da Bandeira, Casa Queimada e o registro fotográfico dessa época que deve ser do início da década de 1960. 

Também nessas fotos da subida ao Pico da Bandeira o registro da história do Rotary Clube de Governador Valadares e de Carangola sendo levados ao topo do Brasil à época. Além da história dessa grande e tradicional família Carangolense. 
Portanto, que todos saibam pensem e repensem, o que chamamos de lixo pode ser história, cultura e riqueza. Ou somente a miséria cultural de todos nós que achamos que lata de lixo desintegra o lixo. O lixo que sai de nossas casas vai pro lixão. Vocês já foram visitar o lixão de sua cidade? O lixo vai e as doenças estão aí provocadas por eles.
Na oportunidade, estávamos acompanhados, de Ana Beatriz, Lemos e Angela Fortunato que nos auxiliarem nesse resgate histórico. Os quais agradecemos.

Moradores de Lacerdina ainda insatisfeitos com as medidas paleativas adotadas no caso do Lixão de Carangola. Lixo está sendo levado para Tombos. No lixão em Tombos.


sábado, 28 de julho de 2018

CHARMOSA SENSE a Sensação do Momento, especial para drinks e coquetéis, foi lançada oficialmente no Stand da Cachaça Charmosa de Minas na 69ª Expo de Carangola.

CHARMOSA SENSE, a Sensação do Momento, especial para drinks e coquetéis, foi lançada oficialmente no Stand da Cachaça Charmosa de Minas na 69ª Expo de Carangola.
Provamos e aprovamos essa maravilha. Especialmente preparada pelo Mestre Cachacie Daniel Toledo. 
Você encontra a CHARMOSA SENSE no Stand da Cachaça Charmosa de Minas na 69ª Expo de Carangola.







sábado, 1 de julho de 2017

Uma Carangolense que é destaque nos EUA e exemplo de força, garra e determinação. Fazendo sucesso com seu trabalho

De Carangola para o mundo


Conheça a mineira Alexandra Barker, principal figura do censo americano na contagem de brasileiros nos EUA.
Alexandra Vieira cresceu em Carangola, interior de Minas Gerais, com cerca de 35 mil habitantes. Família de fazendeiros, tinha também uma concessionaria de motos, da Honda, que levava o nome de seu pai, Sr. Ademir. “Cresci como a filha do Ademir Motos”, brinca. “Não tinha nome”.
Mas isso mudou cedo na sua vida e nunca afetou seu senso de autodeterminação. Pelo contrario. De Carangola, ela começou rapidamente a galgar seu próprio nome, primeiro no Rio de Janeiro, onde completou o colegial e faculdade de jornalismo, e desde 2002 nos EUA, onde vem abrindo espaço para uma contagem mais apurada de brasileiros no censo americano.
“Eu entendo que ter esses números completos para gente é poder; é dinheiro. É o que toda comunidade quer”, diz. “A comunidade brasileira nunca foi parte do meu trabalho, mas sempre tive esse cuidado extra – por que é minha comunidade”.
Assim quando teve a oportunidade de supervisionar a região de Massachusetts e Porto Rico para o estudo do “American Community Survey”, uma pesquisa mais extensa e frequente das comunidades no país, não hesitou. Era sua chance de participar pessoalmente também da contagem de brasileiros naquela área.
Tinha cerca de 200 pessoas na sua equipe. Todos sabiam de seu interesse especial por brasileiros, e quando batiam na casa que oferecia cafezinho e pão de queijo, avisavam a chefe.
Com apenas 36 anos, Alexandra vem construindo desde 2008 uma brilhante carreira no Departamento de Comércio norte-americano, que comanda o Censo dos Estados Unidos, realizado a cada 10 anos por determinação da Constituição.
Alexandra Barker viaja o país para dar palestras sobre os dados do Census Bureau.  Foto: Chris Delboni.
Mas além dessa contagem, o maior centro de estatísticas do país desenvolve muitos outros estudos demográficos, um dos mais abrangentes e relevantes sendo o “American Community Survey”, ou ACS como é conhecido. Esses resultados são responsáveis pela determinação de assentos no congresso, formação de colegiados eleitorais e programas de assistência governamental. E é essa pesquisa que sempre atraiu os olhos da brasileira, jornalista-pesquisadora, mas acima de tudo, uma curiosa, diz ela.
“Não existe jornalismo sem pesquisa, e uma vez jornalista, sempre jornalista. Se alguém perguntar qual minha profissão, sou jornalista, mas o jornalista é um pesquisador”, diz, com orgulho. “E a gente é curioso.”
Alexandra muito jovem começou a fazer seu próprio – e forte – nome no ramo jornalístico, e expandir seus horizontes para o mundo. Ela conseguiu uma bolsa para estudar comunicação na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
“Sempre fui muito boa aluna, consegui uma bolsa na PUC, que era uma faculdade caríssima, mas era a faculdade que todo mundo falava, ‘você quer ter um emprego bom no RJ tem que fazer a PUC’. Os grandes editores de televisão, de jornal, tinham saído da PUC”, diz. “Mas por mais que meus pais tivessem uma situação boa no interior de Minas Gerais, isso no Rio de Janeiro não era a mesma coisa. Falei, ‘vou me virar’”.
Assim, seu objetivo logo que chegou na faculdade era conseguir um estágio. E com a determinação de sempre, atingiu sua meta.
Seu sonho era jornalismo politico, mas acabou seguindo o esportivo no inicio de carreira, e foi o que a levou ao destino Boston.
“Fiz um caderninho, mandei por fax meu recém currículo e comecei a ligar para todo jornal, radio e televisão que tinha no catalogo. Todo mundo dizia, não estamos precisando de estagiário, tem o processo seletivo tal. Não tinha a mínima intenção de ser jornalista esportiva, mas ai esse jornal esportivo, o maior no país na época, me ligou e disse, ‘nossa estagiária saiu hoje, a gente esta precisando”, conta. “Falei, ‘estou indo’. Se entrar servindo cafezinho, estou lá. Só quero entrar.”
Alexandra conquistou seu espaço com rapidez dentro do Jornal dos Sports, e se tornou a repórter olímpica do veiculo. Só que para cobrir as olimpíadas da Grécia em 2004 precisaria falar inglês fluente. Trancou a matrícula, faltando seis meses para se formar, pediu ao editor que segurasse sua vaga e se candidatou a um programa de “Au Pair”, onde trabalharia como babá na casa da família escolhida, em Boston, Massachusetts.
Ela chegou nos Estados Unidos com 21 anos. Além de trabalhar na casa da família, um casal jovem com uma filhinha de 1 ano, o programa permitia também que estudasse, o que era seu principal objetivo, e poderia fazer algum outro bico nas horas vagas.
Seu salario fixo na casa era US$134 por semana.
Assim, para completar sua pequena renda mensal, bateu na porta do jornal comunitário brasileiro “Brazilian Times”, fundado em 1988. “Me contrataram como repórter e depois assistente do editor”, diz. “Todo dinheirinho que ganhava eu gastava em cursos.”
O intercambio seria por um ano – mas tudo mudou. Conheceu uma pessoa que tocou seu coração. Retornou ao Brasil para acabar a faculdade, mas nunca voltou para o Jornal dos Sports ou foi cobrir as olimpíadas.   Casou-se com um americano, e hoje tem dois filhos, de 4 e 9 anos de idade.
Mas nem tudo mudou. Continuou gastando muito do seu salario nos estudos, e seguindo sua paixão por politica publica, fez mestrado na área.
Sempre curiosa, queria entender melhor as razões pelas quais brasileiros imigravam para os Estados Unidos e porque as estatísticas do censo americano e do Ministério das Relações Exteriores do Brasil não batiam.
Assim, quando conclui seu mestrado em relações internacionais na University of Massachusetts Boston, e de tanto procurar representantes e pesquisadores do “Censo Bureau” atrás de respostas, surgiu uma oportunidade de trabalho.
A discrepância dos números de brasileiros nos EUA ainda existe. Mas hoje Alexandra viaja o país todo fazendo palestras sobre vários dados demográficos, muitas a pedido de diplomatas brasileiros. Foi numa dessas visitas à Flórida que ela concedeu uma entrevista exclusiva para Direto de Miami.
Segundo o censo norte-americano de 2010, 34,878 brasileiros residiam na Flórida. Já a pesquisa “American Community Survey” de 2015, da mesma instituição, diz que 73,656 nacionais (com margem de erro de 8.000) moram no estado, de um total de 471,354 brasileiros nos EUA, ou seja, 22% da população brasileira no país.
Já o Consulado-Geral do Brasil em Miami estima que 300 mil brasileiros residem na Flórida. Mas admite: “Esse número baseia-se na quantidade de serviços consulares e em contatos com governos locais e lideranças comunitárias. Tal metodologia possui limitações.”
“É uma opinião, o que a gente acredita”, diz Alexandra, em relação a falta de metodologia de alguns desses números divulgados. “Entrevistei muitos brasileiros, e me lembro de apenas três casas que a gente não conseguiu resposta. A metodologia [do Census Bureau] é cientifica e nacional. É a melhor e maior pesquisa feita nos EUA.”

No vídeo, Alexandra conta o segredo do seu sucesso.
Serviço:
Para maiores informações sobre dados de brasileiros nos EUA, entre em contato com Alexandra Barker, US Dept. of Commerce – Census Bureau, Data Dissemination and Media Relations, pelo E-mail: alexandra.s.barker@census.gov .
Follow us:
Direto de Miami | Por Chris Delboni [chris@chrisdelboni.com]
https://chrisdelboni.com/2017/06/28/de-carangola-para-o-mundo/
Título nosso

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Canários da Terra se Banhando em Poça D'água em Tombos(MG). CLIQUE da Semana e HOMENAGEM ESPECIAL por hoje podermos viver e apreciar essa beleza.



Tombos: "Minha Terra Natal é tão cheia de Beleza. É o lugar ideal para se viver e curtir a natureza".
Essas belezas e encantos se espalham pela exuberância da natureza e são ainda mais incrementadas com trabalhos de resgate e preservação ambiental de baluartes. Nesse caso, os Canários da Terra, hoje existentes em Tombos que nos encantam são frutos de uma luta incansável de 2 apaixonados homens: Dois Wilson. 
O meu querido pai Wilson Cabral e o grande amigo Wilson Guerra. Eles, que há cerca de 4 a 5 décadas passadas, começaram a preservar e repovoar nossa região com essas belas espécies. Tendo esse fato inclusive sido notícia no início da década de 80 na Revista Globo Rural. 




Os patriarcas e matriarca de Rua Olímpio Quintão.
Queridos amigos e heróis. Juntos ai quase 400 anos.
José Murucci, Derli e Neide Giarola e Wilson Cabral.
Nessa semana especial em que meu querido pai(Wilson Cabral) comemora seus 89 anos eu aproveito a oportunidade para lhe parabenizar pelo aniversário e por esse trabalho, que vivi por toda infância e toda minha vida, que hoje nos propicia essa beleza. 
Ao amigo Wilson Guerrra, através de seus filhos, também o homenageio. Saudades daquele tempo na Fazenda Limoeiro. Bater a lata e ver a revoada dos pássaros. 


NOTA do Editor do BLOG


Aos administradores da cidade. Não adianta quererem inventar a roda. Ela já existe. Coloquem ela pra rodar. 
Primeiro a humildade de saber ouvir, enxergar e entender. Sei que ainda estão um pouco distantes. Mas nós, Tombenses de Coração, estamos prontos a ajudar a dar continuidade a esse trabalho feito por esses nossos heróis.