terça-feira, 19 de maio de 2026

Dia Nacional da Cachaça. Temos 2 dias para Comemorar. Saibam o porque dessa dupla comemoração. Afinal estamos na Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.

 

 

 


Dia 21 de maio é o Dia da Cachaça Mineira. Pois até o ano de 2009 era esse o dia em que se comemorava o Dia Nacional da Cachaça. Pois é quando se inicia oficialmente a colheita da cana-de-açúcar para a produção de Cachaça no estado de Minas Gerais.  Até que em 2009 a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de Lei em que a comemoração passou a ser em 13 de setembro, pois foi nesta data, no ano de 1661, que a cachaça foi legalizada no Brasil pelo governo português.
Sendo assim temos então "DOIS dias para comemorar a Cachaça!!!" Dia 21 de maio a primeira comemoração, com direito a brindes, passando a ser o Dia da Cachaça Mineira e o dia 13 de setembro pela nova legislação. Fica sendo o Dia Nacional da Cachaça. Mais um dia e um motivo especial para brindar e comemorar. 
Nós da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira comemoramos, brindamos, celebramos e vibramos todos os dias. 
A Rota do Café e Cachaça - Caminho  do Pico da Bandeira foi criada para ajudar a promover uma rica e belíssima região produtora de cachaças artesanais e os premiados cafés das montanhas e é um percurso variado por estradas de terra  por toda a região das 3 Divisas Vértice Sudeste MG/RJ/ES. Com seus belíssimos lugares pitorescos e atrações gastronômicas de toda essa região. Destaca a produção do mais genuíno produto brasileiro: A cachaça artesanal de alambique. Destaca também a produção do premiado café das montanhas. A produção de derivados de cana. A produção de doces, artesanatos, derivados de leite e queijo e a produção de derivados de suínos com força total e tradição na região.
Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira é uma viagem e aventura em busca do conhecimento e nas histórias da produção dos melhores Cafés das Montanhas, as melhores cachaças artesanais de alambique e os saborosos queijos e doces produzidos nessa rica e belíssima região do entorno do Parque Nacional do Caparaó/Pico da Bandeira.

Percorrendo as rotas, caminhos e trilhas existentes no grande percurso da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira é uma verdadeira viagem no conhecimento dos melhores Cafés Especiais das Montanhas, na produção artesanal das melhores cachaças de alambique e os saborosos queijos e doces aqui produzidos. 




 Conheçam a história da Cachaça. 


História da Cachaça
A palavra cachaça é de origem polêmica.

Algumas versões dadas por pesquisadores:

– Do castelhano CACHAZA, vinho que era feito de borra de uva;

– Da aguardente, que era usada para amaciar a carne de porco (CACHAÇO);

– Da grapa azeda, tomada pelos escravos e chamada por eles de cagaça;

A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.

Ocorre que, por vezes, o caldo desandava e fermentava, dando origem a um produto que se denominava cagaça e era jogado fora, pois não prestava para adoçar. Alguns escravos tomavam esta beberagem e, com isso, trabalhavam mais entusiasmados.

Os senhores de engenho por vezes estimulavam aos seus escravos, mas a corte portuguesa, vendo nisto uma forma de rebelião, proibia que a referida bebida fosse dada aos negros, temendo um levante.

Com o tempo esta bebida foi aperfeiçoada, passando a ser filtrada e depois destilada, sendo muito apreciada em épocas de frio. O processo de fermentação com fubá de milho remonta aos primórdios do nascimento da cachaça e permanece até hoje com a maior parte dos produtores artesanais.

Existem atualmente pesquisas de fermentação com diversos produtos denominados enzimas que, aos poucos, estão substituindo o processo antigo.

A cachaça sempre viveu na clandestinidade, sendo consumida principalmente por pessoas de baixa renda e, por isto, sua imagem ficou associada a produto de má qualidade. Mas atualmente ela ascendeu a níveis nunca antes sonhados e hoje é uma bebida respeitada e apreciada mundialmente, já tendo conquistado a preferência de pessoas de alta classe e sendo servida em encontros políticos internacionais e eventos de toda espécie pelo mundo afora.

Cronologia
Primórdios do XVI
O caldo era apenas consumido pelos escravos, para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra (banzo).

Como a carne de porco era dura, usava-se a aguardente para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”.

O apelido “Pinga” veio porque o líquido “pingava” do alambique.

2ª metade do Século XVI

Passou a ser produzida em alambiques de barro, depois de cobre, como aguardente.

Século XVII
Com o aprimoramento da produção, passou a atrair consumidores. Começou a ter importância econômica e valor de moeda corrente.

Ano de 1635
Contrariado com a desvalorização de sua bebida típica, a Bagaceira, produzida do bagaço da uva, Portugal proibiu a fabricação da Cachaça e seu consumo na colônia brasileira.

Menos da metade do Século XVII
A retaliação à Cachaça provou o nacionalismo brasileiro, levando o povo a boicotar o vinho Português.

Final do Século
Portugal recuou quanto à decisão de proibir o consumo da Cachaça brasileira e decidiu apenas taxar o destilado.

Ano de 1756
A aguardente da cana-de-açúcar era um dos gêneros que mais contribuía para a reconstrução de Lisboa, abalada por terremoto em 1755.

Ano de 1789
A Cachaça virou símbolo da resistência ao domínio português. O último pedido de Tiradentes: “Molhem a minha goela com cachaça da terra”.

Inicio do Século XIX
Com as técnicas de produção aprimoradas, a Cachaça passou a ser muito apreciada. Era consumida em banquetes palacianos e misturada a outros ingredientes, como gengibre, o famoso Quentão.

Depois da metade do Século XIX
Com a economia cafeeira, abolição da escravatura e início da República, um largo preconceito se criou frente a tudo que fosse brasileiro, prevalecendo à moda da Europa. A Cachaça estava em baixa.

Ano de 1922
A Semana da Arte Moderna resgatou a nacionalidade brasileira. A Cachaça ainda tentava se desfazer dos preconceitos e continuava a apurar sua qualidade.

Depois da metade do Século XX
A Cachaça teve influência na vida artística nacional, com a “cultura de botequim” e a boemia. Passou a ser servida como bebida brasileira oficial nas embaixadas, eventos comerciais e vôos internacionais. A França tentou registrar a marca Cachaça, assim como o Japão tentou a marca Assai.

Século XXI
A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol.

Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott.

A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados.

A industrialização da Cachaça emprega atualmente no Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional.

A Cachaça é original do Brasil!

Cachaça, Aguardente e Pinga
Etimologia da Palavra Cachaça
A origem do nome cachaça, provavelmente, deve ser espanhola. Mas a palavra nunca pegou na Península Ibérica. Ela foi escrita algumas vezes como sinônimo da milenar bagaceira, feita das borras da uva, mas nunca na nossa acepção e com a nossa sede. O termo cachaça chega até nós pelos portugueses, junto com os alambiques, as primeiras destilações.

A primeira referência literária, livresca, que Câmara Cascudo (1991) encontrou (portanto, de que se tem notícia), está na Carta-II de Sá de Miranda (1481-1558) ao seu “amigo e comensal, Antônio Pereira, o Marramaque, senhor de Basto”, quando o primeiro provou dacachaça na Quinta da Tapada, em Celorico de Basto, no Minho, de propriedade do segundo.

Cantavam os versos:

Ali não mordia a graça
Eram iguais os juízes;

Não vinha nada da praça,

Ali, da vossa cachaça!

Ali, das vossas perdizes!

Certamente, não era a aguardente da cana-de-açúcar, mas a bagaceira. Porém, Nicolau Lanckman, em 1451, viu a cana-de-açúcar “ao redor de Coimbra”. Depois, em 1525, Gil Vicente registrou “vales para açafrão e canas açucaradas” em sítios da Beira. Na verdade, na Península, não se empregava o termo cachaça, visto como uma palavra quase vulgar e rara para designar a bagaceira.

Segundo Câmara Cascudo (1991): “A bebida nasceu aqui, é brasileira, com matéria-prima e braços nacionais, ainda que com alambiques lusos” (p. 3). A palavra somente se generalizou aqui. Cachaça originária “do mel de açúcar sacarino”, obtida do caldo ou melaço, borras ou escumas da cana-de-açúcar, é bebida gerada no Brasil.

O primeiro registro escrito, culto, da palavra cachaça deve-se ao naturalista alemão Jorge Maregrave, quando descreve a fabricação do açúcar em Pernambuco, sob o império do Conde Nassau: a primeira caldeira é chamada pelos portugueses “caldeira de mear descumos”, na qual o caldo é sujeito à ação de um fogo lento, sempre movido e purgado por uma grande colher de cobre chamada “escumadeira”, até que fique bem escumado e purificado. A escuma é recebida numa canoa, posta em baixo, chamada “tanque”, e assim também a cachaça, a qual serve de bebida para os burros.

Antes do termo cachaça firmar-se, no Brasil, definitivamente como a aguardente derivada da fermentação e destilação do caldo ou do melaço da cana-de-açúcar,

Convém registrar um nome que prevalesceu pelos séculos XVI e XVII. Era também muito popular jeribita e suas variações: jiribita, jurubita, geribita, giribita, geriba, piripita. Ainda hoje, em alguns locais do Brasil, fala-se uma dessas formas. Os dicionários da época registram todas elas como sinônimo de cachaça e de aguardente.

Porém, Câmara Cascudo (1991) alerta que muitas vezes a fala popular e os documentos literários e estatais (legais e de fisco) indicam que são líquidos diferentes. Ao mesmo tempo, documentos comerciais gravam eufemismos como aguardente da terra, vinho da terra e vinho de mel que, na verdade, são cachaça, para diferenciar de geribita de fora, aguardente (solitariamente para designar bagaceira), agardente do reino ou ainda bagaceira.

A caxaxa azeda ou garapa azeda, registrada no final do século XVII, é o caldo fermentado, sem destilação, que também, em excesso, embriaga. É como a garapa doida, que encontramos no início deste século no Acre, onde não havia alambiques, somente engenhocas para moer a cana.

O nome pinga só veio depois, no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, segundo Câmara Cascudo (1991), no final do século XIX. Era a destilação, depois da fervura e evaporação do caldo fermentado, que “pingava” na bica do alambique.


Fonte: www.alambiquedacachaca.com.br

Com informações. https://cachacaepresente.blogspot.com/2011/05/dia-21-de-maio-dia-da-cachaca-mineira.htm
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Rota da Alegria foi inaugurada em Minas Gerais e se consolida como novo roteiro brasileiro de aventura, cultura e experiência off road 4x4. Vem muitas novidades boas por aí. Destacam os Organizadores e Criadores: Francisco Cabral(Xyko Éocombatente/Vem com a gente e Professora Luciana Rampi)

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Professora Luciana Rampi confirma sua pré candidatura a Deputada Federal pelo Partido Progressista(PP MG) e sua trajetória de lutas é marcada pela inclusão e valorização da educação e de iniciativas empreendedoras e de desenvolvimento.

 


Professora Luciana Rampi confirma sua pré candidatura a Deputada Federal pelo Partido Progressita(PP MG) 

O trabalho da Professora Lucina Rampi, como Ex-secretária municipal e supervisora regional,  tem um legado de conquistas, dedicação e inspiração para a educação em Carangola e toda a região.  

A educação em Carangola carrega marcas profundas do trabalho da Professora Luciana Rampi, uma mulher cuja trajetória é exemplo de compromisso, visão e sensibilidade. Amiga, companheira, batalhadora e empreendedora, Luciana é reconhecida não apenas por sua atuação em sala de aula, mas também pela sua contribuição à gestão educacional e ao fortalecimento das políticas públicas inclusivas.

Durante sua gestão como Secretária Municipal de Educação de Carangola (2015/2016), ela e sua equipe foram responsaveis pela criação do CAEE – Centro de Atendimento Educacional Especializado. O espaço, alinhado à Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e à LDB (1996), representa um marco histórico para o município, assegurando que crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e superdotação tenham acesso ao Atendimento Educacional Especializado (AEE), de forma complementar e integrada à escola regular.

Como Supervisora Regional de Educação, na SRE CARANGOLA, Luciana consolidou sua atuação com foco no trabalho coletivo, atuando em parceria com sua equipe, valorizando profissionais e fortalecendo a educação em toda a região. Sua gestão foi marcada pelo diálogo, pela inovação e pelo incentivo constante à melhoria das práticas pedagógicas.

Mais do que cargos e funções, a história de Luciana Rampi é feita de dedicação, incentivo e apoio a todos que cruzam seu caminho. Professora há mais de duas décadas, empreendedora visionária, mãe e esposa dedicada, ela constrói diariamente um legado de bondade, conquistas e inspiração.

Professora Luciana Rampi também se destaca como apoiadora, incentivadora e co criadora da ROTA DA ALEGRIA - OURO PRETO, da Rota do Café e Cachaça e suas Conexões pelo Brasil, do Caminho da Luz Divina, da Vem com a Gente, da Conexão Brasil - Cobras do Off Road 4x4 e 4x2 e fundadora do Programa de Desenvolvimento REDE ASAS BRASIL - Associação de Desenvolvimento da Educação, Cultura, Turismo e Eventos que visa promover toda a região e o Brasil em iniciativas empreendedoras e de desenvolvimento do turismo de base comunitária, economia criativa e solidária, o empreendedorismo familiar rural e o empoderamento feminino. Assim como o turismo de aventura, gastronômico e cultural. Realidades concretas que tem se destacado no Cenário Nacional e promovido a região e todo o País. Gerando oportunidades de trabalho e renda. 

Destacar o trabalho da Professora Luciana Rampi é acima de tudo a forma de agradecer as oportunidades que, com seu apoio, transformaram a vida de pessoas e de comunidades inteiras. 

Em breve uma entrevista com a Professora Luciana Rampi e membros de sua equipe que possibilitaram tantas conquistas para Carangola e toda região e os passos a serem percorridos para ajudar ainda mais toda a região e Minas Gerais com iniciativas transformadoras. Aguardem.  


Rota da Alegria foi inaugurada em Minas Gerais e se consolida como novo roteiro brasileiro de aventura, cultura e experiência off road 4x4. Vem muitas novidades boas por aí. Destacam os Organizadores e Criadores: Francisco Cabral(Xyko Éocombatente/Vem com a gente e Professora Luciana Rampi)

Comunicamos o falecimento de Wanderley de Assis Sanches.

 


O 4º Carangola Harley Day irá acontecer nos dias 25 e 26 de setembro no Hotel Fazenda VIsta Alegre e irá rememorar a história de 92 anos do motociclismo em Carangola. A MECA DAS HARLEY DAVIDSON.

 

O 4º Carangola Harley Day irá acontecer nos dias 25 e 26 de setembro no Hotel Fazenda VIsta Alegre e irá rememorar a história de 92 anos do motociclismo em Carangola. A MECA DAS HARLEY DAVIDSON.

Um evento de motociclista para motociclista. 

Oportunidade de Emprego. Vaga para repositor de hortifruti nos SUPERMERCADOS MARINHO

 


TRATORADA DA FESTA DO DIVINO. DIA 24 DE MAIO EM VARRE SAI NAS PARÓQUIAS NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS E SÃO SEBASTIÃO.

 


TOMBOS faz aniversário nesse dia 21 de MAIO. PARABÉNS TOMBOS. DOCE TERRA DOCE COM SABORES DE INFÂNCIA.

 


PARABÉNS TOMBOS. DOCE TERRA DOCE COM SABORES DE INFÂNCIA. TOMBOS faz aniversário nesse dia 21 de MAIO. Comemoramos.

"Minha Terra Natal é tão cheia de Beleza. É o lugar ideal para se viver, gabar e curtir a natureza". Com esses versos na tenra infância já descrevíamos nossos sonhos e desejos de ajudar a promover Tombos e nossa querida região e assim o fizemos e o fazemos incansavelmente. 

Relembramos isso para reafirmar nossos sonhos, desejos e o compromisso de realizar e fazer acontecer. Exaltando as belezas e encantos dessa doce terra doce com sabor de infância.

Nessa data festiva comemoramos. Assim como comemoramos, vibramos e promovemos Tombos e toda nossa rica e belíssima região da ROTA DO CAFÉ & CACHAÇA - CAMINHOS DO PICO DA BANDEIRA.

Tombos foi palco e cenário de grandes projetos para nossa região que idealizamos e criamos. O mais recente a Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira que vem repaginar nossa criação de 1997 e cumprir o seu papel principal de ser um projeto um projeto com visão coletiva e um programa e iniciativa de desenvolvimento sustentável, economia solidária e turismo de base comunitária e não tem sido fácil o trabalho. Mas tem sido prazeroso e regozijante o alcance dessas iniciativas nos grandes canais de divulgação e em rede nacional e internacional.



Essa oportunidade, de termos nossa mensagem divulgada em Rede Nacional de Televisão é imensurável diante das possibilidades e visibilidade de nossa querida cidade de Tombos, sua monumental Cachoeira e os atrativos em toda nossa região. Um trabalho de décadas que vem se ampliando, buscando promover e ajudando no crescimento e o desenvolvimento sustentável de toda nossa rica e belíssima região da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira. Região das 3 Divisas Vértice Sudeste. Entorno do Parque Nacional do Caparaó/Pico da Bandeira MG/ES/RJ.  


Comemoramos ontem, hoje e sempre. Vibramos e agradecemos aos parceiros e incentivadores por nos permitir divulgar nossas belezas de nossa região nessa oportunidade. Levando ao mundo todo a grandeza de um trabalho que cresce a cada dia. Recebendo o apoio, o carinho e o incentivo daqueles que sonham com nossas cidades melhores, nosso Estado de Minas Gerais melhor, nosso País melhor e o mundo melhor. Cada um fazendo a sua parte e ajudando a construir. 

Obrigado a todos que apoiam, acreditam, incentivam e assim permitirem esse "Sonho de Ícaro" se tornar realidade.





Nota.
Nós que sempre buscamos mostrar as belezas de Tombos e região. Assim continuamos. Nosso interesse é promover e assim temos feito com alegria e satisfação. Usamos nossos meios, mecanismos e forças para ajudar TOMBOS e toda nossa região. O reconhecimento vem dos inúmeros que nos prestigiam e vem aqui se deliciarem com as maravilhas divulgadas e promovidas pelo nosso trabalho.

Quer saber mais sobre a Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira e nossos Roteiros e Expedições. Entrem em contato (32) 999-344-777




Agradecemos também à TV ALTEROSA e o repórter Alessandro Boiah essa belíssima reportagem da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.




domingo, 17 de maio de 2026

O 4º Carangola Harley Day é destaque no JACARÉ MOTOS e confirma sua realização nos dias 25 e 26 de setembro em Carangola. IRMANDADE ESTRADEIRA. VEM COM A GENTE.

 

O 4º Carangola Harley Day é destaque no JACARÉ MOTOS e confirma sua realização nos dias 25 e 26 de setembro em Carangola. IRMANDADE ESTRADEIRA. VEM COM A GENTE. 

Vamos contar, recontar e eternizar essa história de 90 anos do Motociclismo em Carangola. Homenageando ícones importantes dessa história. 

Mais uma realização com a Marca Éocombatente.

Um evento de motociclistas para motociclistas. VEM COM A GENTE. 



Ibatiba Motofest. Dias 12 e 13 de junho. Irmandade estradeira nos encontramos por lá



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O passeio de veículos antigos de Raposo ira acontecer de 18 a 21 de junho. Nos encontramos por lá


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EXPEDIÇÃO SERRA DA CANASTRA. JUNTE O SEU GRUPO E VEM COM A GENTE.

 



✅Vem com a Gente – Éocombatente - Conexão Brasil – Cobras do OFF ROAD 

Xyko Éocombatente

@xykoeocombatente

@cobras_do_off_road

Agente de Turismo Rural SENAR. 

Inscrições/Reservas/Informações ou entrem em contato:

🔎(32)999-344-777

eocombatente@hotmail.com

Crianças e familiares, moradores da Rua Antônio Valente no Bairro Coroado, se unem para enfeitar com o TEMA COPA DO MUNDO. Animação total com arte e a alegria das crianças estampada nos rotos.

A Rua Antônio Valente no Bairro Coroado sai na frente no quesito enfeite para a COPA DO MUNDO e também no quesito alegria e cidadania. 

Moradores se uniram para enfeitar a Rua e as crianças fizeram a festa. Fica aí o grande exemplo de união da comunidade e o espírito de cidadão de cada um. PARABÉNS A TODOS. 

Mais que bonito. É encantador ver a alegria estampada nos rostos das crianças. QUE MARAVILHA. 

Com esse gesto a COPA DO MUNDO já é nossa. VALEU CAMPEÕES. 

 






Expedição PANTANAL MS e PANTANAL MT na Transpantaneira. Junte o seu grupo e VEM COM A GENTE.

 



✅Vem com a Gente – Éocombatente - Conexão Brasil – Cobras do OFF ROAD 

Xyko Éocombatente

@xykoeocombatente

@cobras_do_off_road

Agente de Turismo Rural SENAR. 

Inscrições/Reservas/Informações ou entrem em contato:

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RESTAURANTE PICANHA DOURADA EM PEDRA MENINA TERÁ NOVOS HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO PARA MELHOR ATENDER A TODOS.

 


sábado, 16 de maio de 2026

IEF credencia condutores de visitantes em Parques Estaduais

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🌿 O IEF publicou editais para o credenciamento de condutores de visitantes no Parque Estadual do Ibitipoca e no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro. A iniciativa vai fortalecer o turismo sustentável, ampliar a segurança dos visitantes e valorizar o patrimônio natural e cultural das unidades de conservação mineiras. 🥾🍃

Os editais são destinados a pessoas físicas interessadas em atuar na condução de visitantes, promovendo atividades informativas e interpretativas, além de colaborar com a preservação ambiental e o monitoramento das áreas de visitação.

📍 No Parque Estadual do Ibitipoca, as inscrições para habilitação acontecem entre 11 de maio e 12 de junho de 2026. O parque também oferecerá gratuitamente um curso presencial sobre meio ambiente e cultura da unidade para candidatos que ainda não possuem capacitação específica.

🏞️ Localizado na Serra da Mantiqueira, o parque é referência em ecoturismo e abriga cachoeiras, grutas, piscinas naturais e espécies ameaçadas de extinção, como a onça-parda, o lobo-guará e o sauá.

🌳 Já no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, na Zona da Mata mineira, o período de habilitação será o mesmo: de 11 de maio a 12 de junho de 2026. A unidade é uma das mais importantes reservas de Mata Atlântica de Minas Gerais e reúne atrativos como trilhas, mirantes e roteiros histórico-culturais.

Entre as responsabilidades dos condutores autorizados estão orientar os visitantes sobre boas práticas ambientais, reforçar a segurança durante os percursos e colaborar com a conservação das trilhas e estruturas das unidades.

🔗 Confira os editais completos em nosso site

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