ÉoCombatente
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Em Mundo Novo, com o Sr Antônio Faria. o Rei dos Queijos Artesanais Curados. Uma maravilha
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Cavalgada em Homenagem a Nossa,Senhora Aparecida. Nesse dominho (1) em Bom Jesus do Madeira
BOLSA FAMÍLIA NÃO É APOSENTADORIA: É PRECISO EXPLICAR ISSO COM CLAREZA
Receber Bolsa Família ajuda no sustento de hoje, mas não gera automaticamente aposentadoria nem conta, por si só, como tempo de contribuição ao INSS.
Na regra geral, para se aposentar é preciso ter contribuições e cumprir os demais requisitos legais. Receber Bolsa Família não impede a aposentadoria, mas também não substitui esses recolhimentos.
Em 2026, existe contribuição reduzida de R$ 81,05 por mês para quem se enquadra como segurado facultativo de baixa renda. Essa opção exige não ter renda própria, não exercer atividade remunerada, dedicar-se exclusivamente ao trabalho doméstico na própria residência, ter CadÚnico atualizado e renda familiar de até dois salários mínimos, sem incluir o Bolsa Família nesse cálculo.
Não é uma taxa obrigatória para receber Bolsa Família. É uma contribuição previdenciária, cujos pagamentos válidos podem contar para a aposentadoria.
Minha cobrança ao governo atual é direta: essa informação precisa chegar às famílias de forma simples e acessível. O INSS publica as regras, mas disponibilizar uma página não substitui uma orientação que o cidadão consiga entender e usar.
Também existem regras específicas para segurados especiais rurais e o BPC para quem atende aos critérios legais. O BPC não exige contribuição anterior, mas não é aposentadoria.
Apoiar no presente é necessário. Explicar como construir proteção para a velhice também deve ser prioridade.
Antes de pagar, confirme sua categoria pelo telefone 135 ou pelo Meu INSS.
Fontes oficiais:
https://www.gov.br/inss/pt-br/saiba-mais/seus-direitos-e-deveres/categorias-de-segurados/facultativo-de-baixa-renda-dono-de-casa
terça-feira, 6 de outubro de 2026
A PERDA IRREPARÁVEL DE CARANGOLA E REGIÃO NESTA ELEIÇÃO
Carangola e toda a nossa região precisam olhar com atenção para o resultado desta eleição.
Não se trata apenas de quem ganhou ou de quem perdeu uma eleição. Trata-se da perda de representatividade, de experiência, de novos talentos, de trabalhos reconhecidos e de vozes que poderiam ocupar espaços importantes na política mineira e nacional.
A não eleição de nomes importantes como Mário Heringer, Rafael Martins, Paulo Filho da Fundação, Dr. Wilson Batista, Luciano da Causa Autista, Euclides Pettersen e Professora Luciana Rampi representa uma perda considerável.
São trajetórias diferentes, bandeiras diferentes e experiências diferentes, mas que tinham algo em comum: a possibilidade de ampliar a presença e a força política de Minas Gerais e, especialmente, de nossa região.
E, entre esses nomes, existem perdas que para Carangola tem um significado ainda maior.
Professora Luciana Rampi e Luciano da Causa Autista são filhos da terra.
Professora Luciana Rampi é uma mulher que construiu sua trajetória na educação, no desenvolvimento, no turismo, na inclusão e em diversas pautas sociais. Seu trabalho ultrapassou e ultrapassa as fronteiras de Carangola e alcançou reconhecimento em diferentes regiões de Minas Gerais. Tendo sido votada em mais da metade dos municípios mineiros que reconheceram o alcance do seu trabalho.
Luciano da Causa Autista, filho do Ex Deputado e Ex Prefeito Paulo Pettersen, também tem um trabalho reconhecido e que se destaca.
A não eleição dessa dupla para Carangola significa também a perda de duas vozes regionais com identidade, história, conhecimento da nossa realidade e capacidade de articulação.
Não se trata de diminuir quem foi eleito.
Trata-se de reconhecer que Carangola e região deixaram de ocupar espaços que poderiam ser estratégicos para o nosso futuro.
E isso tem consequência.
Porque representação política significa acesso, diálogo, articulação, capacidade de reivindicar e, principalmente, força para transformar demandas em conquistas.
Agora, mais do que lamentar o resultado, precisamos fazer uma reflexão:
QUEM VAI REPRESENTAR CARANGOLA E REGIÃO?
Quem vai defender nossas demandas?
Quem vai abrir portas?
Quem vai levar nossas necessidades para Belo Horizonte e Brasília?
Quem vai transformar o potencial da nossa região em investimentos, desenvolvimento, emprego, renda, turismo, infraestrutura, saúde e educação?
Carangola não pode se contentar em ser apenas um lugar onde candidatos vêm buscar votos.
Precisamos construir uma região politicamente forte, organizada e consciente do valor de sua própria representação.
Porque, quando perdemos bons nomes, bons trabalhos e novas lideranças, não perdemos apenas uma eleição. Perdemos possibilidades.
E talvez essa seja uma das maiores perdas de Carangola e região nesta eleição.
Outro ponto que merece reflexão é a votação expressiva recebida por Nikolas Ferreira.
Respeitamos o direito democrático de cada eleitor escolher seu candidato. Mas também precisamos fazer uma pergunta objetiva: o que essa votação representa, na prática, para Carangola e para a nossa região?
Até aqui, na nossa avaliação, Nikolas Ferreira não construiu uma atuação política voltada para as demandas de Carangola e da região. E, portanto, uma grande quantidade de votos concentrada em um nome que não tem atuação regional pode significar a perda de uma oportunidade de fortalecer uma representação política próxima, presente e comprometida com as nossas necessidades.
Voto também é força política.
Quando uma região concentra seus votos em candidatos que não possuem vínculo, presença ou compromisso concreto com suas demandas, ela pode até ajudar a eleger um deputado, mas corre o risco de perder força na hora de reivindicar investimentos, obras, recursos, empregos, infraestrutura, saúde, educação, turismo e desenvolvimento regional.
A grande questão agora não é apenas quem ganhou ou quem perdeu.
É: quem ganhou força para defender Carangola?
E essa é uma reflexão que precisamos fazer com responsabilidade, sem paixão política e olhando para o futuro.
Carangola precisa transformar votos em representação.
Representação em força.
E força em resultados.
Aos eleitos os nossos votos de congratulações.
Clique no link a seguir.
Professora Luciana Rampi Volta ao Quadro GENTE COMBATENTE - Histórias de Quem Faz com mais entrevistas. Aguardem.
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
Professora Luciana Rampi Volta ao Quadro GENTE COMBATENTE - Histórias de Quem Faz com mais entrevistas. Aguardem.
Professora Luciana Rampi. Após a licença, por exigências das Normas Eleitorais, porque foi candidata a Deputada Federal, Volta ao Quadro GENTE COMBATENTE - Histórias de Quem Faz com mais entrevistas. Aguardem.
Confiram também, clicando a seguir nos links, as Entrevistas que realizamos no Quadro Gente Combatente. Histórias de quem faz. Comemorando os 15 anos do Éocombatente.
GENTE COMBATENTE.
O ÉOCOMBATENTE CONTANDO AS HISTÓRIAS DE GENTE QUE FAZ.
Em comemoração aos 15 anos do Blog ÉoCombatente, nasce um novo quadro que valoriza quem realmente faz a diferença.
🎙️ Gente Combatente: Histórias de Quem Faz é uma série de entrevistas com pessoas de Carangola e de toda a região das Três Divisas, que, com trabalho, ideias, coragem e iniciativa, ajudam a construir um futuro melhor todos os dias.
Histórias de dedicação, superação e compromisso com a comunidade. Gente como a gente, que não espera acontecer — faz acontecer.
Acompanhe, inspire-se e conheça quem está por trás das transformações que movem a nossa região.
✨ Gente Combatente: Histórias de Quem Faz.
No ÉoCombatente.
Clique nos links a seguir para as entrevistas. Confiram a seguir a série de Entrevistas da Professora Luciana Rampi e Xyko Éocombatente no Quadro GENTE COMBATENTE. HISTÓRIAS DE QUEM FAZ. VEM COM A GENTE.
1 -


.jpeg)
.jpeg)


.jpg)
.jpg)
.jpeg)

.jpg)
.jpeg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpeg)
.jpg)



