quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Agro em Ação 2026 reúne produtores e lideranças para discutir futuro do agronegócio em Muriaé



O Sindicato dos Produtores Rurais de Muriaé e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) promovem, no dia 22 de setembro, o Agro em Ação 2026. O encontro será realizado às 14h, no Parque de Exposições de Muriaé. Este será o segundo de seis Encontros que a Faemg articulou em todo o estado. 

Com o tema voltado ao fortalecimento e à preparação do setor para os próximos anos, o evento vai reunir centenas de produtores rurais, lideranças, parceiros e representantes do agronegócio da Zona da Mata mineira  para discutir os desafios atuais, além de perspectivas e oportunidades para o futuro. 

A proposta é ampliar a conscientização sobre a importância da participação ativa do produtor rural nas decisões públicas, estimulando um olhar mais atento para a representatividade do setor e para a escolha consciente de representantes comprometidos com o desenvolvimento e a defesa do agro.

A programação contará com a participação do especialista em gestão, inovação e desenvolvimento do agronegócio Caio Coppolla, que será o palestrante do encontro. Também está confirmada a presença do presidente da Faemg, Antônio de Salvo.

O evento é gratuito e aberto a todos os interessados. A confirmação de presença é necessária e deve ser feita previamente pela plataforma Sympla. Faça sua inscrição neste link: https://www.sympla.com.br/evento/agro-em-acao-2026/3563380?token=91c813686ee7a96f50eb25750aae784c 

Rotas do Chico. Vem com a gente


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Carangola Harley Day teve que ser adiado. Aguardem a nova data para 2027


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Super Ofertas Sexta Imbatível nos Supermercados Marinho


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Sexta e sábado Hortifruti nos Supermercados Marinho


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Especial Bebidas Coca Cola nos Supermercados Marinho


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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

WIND BANNERS, LEGALIDADE E UMA NOVA CONQUISTA PARA CARANGOLA! Professora Luciana Rampi comemora as conquistas que advirão para ajudar os comerciantes de Carangola.



Nesta quarta-feira, os Wind Banners colocados pela Professora Luciana Rampi, dentro das regras da legislação eleitoral, chamaram a atenção pelas ruas de Carangola — e também provocaram um importante debate sobre publicidade, legislação e utilização dos espaços públicos.


E esse debate pode resultar em uma conquista que vai muito além de uma campanha eleitoral: benefícios para todos os comerciantes de Carangola.


A legislação eleitoral permite a utilização de bandeiras móveis em vias públicas, desde que não dificultem o trânsito de pessoas e veículos. A própria legislação estabelece que a mobilidade fica caracterizada pela colocação e retirada do material entre 6h e 22h.


Em Carangola, a Lei Municipal nº 5.357/2021 proíbe especificamente a colocação de cavaletes/placas como veículo de divulgação em canteiros, passeios, rotatórias e cruzamentos de vias públicas.


O ponto importante é que Wind Banner ou bandeira móvel não é expressamente mencionado nessa lei municipal. Assim, a análise deve considerar também a legislação eleitoral e as condições concretas de utilização do equipamento.


No caso apresentado, trata-se de material móvel, sem obstrução da passagem de pedestres, sem prejuízo ao trânsito e retirado dentro do horário estabelecido pela legislação eleitoral.


O TRE-MG também orienta que bandeiras móveis podem ser utilizadas em vias públicas, desde que não prejudiquem a circulação de pessoas e veículos.


Além disso, a legislação eleitoral proíbe outdoors, engenhos publicitários ou conjuntos de peças que produzam efeito visual de outdoor, entre outras formas de propaganda irregular.


E foi justamente esse debate que abriu uma oportunidade.


Uma proposta está sendo discutida no Legislativo Municipal para permitir os cavaletes em determinadas condições.


Por que não avançar ainda mais?


Por que não estabelecer uma regulamentação moderna, clara e abrangente para diferentes formas de publicidade móvel e temporária, garantindo acessibilidade, segurança, circulação e organização do espaço público?


Isso pode representar uma nova oportunidade para o comércio de Carangola, permitindo que comerciantes possam divulgar seus estabelecimentos dentro de regras claras e iguais para todos.


A Professora Luciana Rampi comemora e vibra com essa possibilidade.


Porque uma iniciativa de campanha acabou provocando um debate maior.


E quando o debate gera diálogo, mudança e oportunidade para quem trabalha, todos podem ganhar.


Mais uma conquista para os comerciantes de Carangola. Professora Luciana Rampi destaca.


Nós, do ÉOcombatente, também comemoramos essa conquista e tranformação. Além do esclarecimento aos desinformados e muita das vezes prejudicados comerciantes.  



Comunicamos o falecimento de Wanilza Batista Viana

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Rancho da Ilha. Aniversário do Igor dia 19 de setembro


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segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Campanha em Panfleto Oficial tem um grande erro e vicio. O Poder Público deveria atentar para orientações e ações transformadoras e nao errôneas como essa. Nao existe lugar certo de colocar o lixo. Lata de lixo nao desintegra o lixo e nao existe lugar fora. O planeta é um todo.

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Campanha em Panfleto Oficial tem um grande erro e vicio. O Poder Público deveria atentar para orientações e ações transformadoras e nao errôneas como essa. Nao existe lugar certo de colocar o lixo. Lata de lixo nao desintegra o lixo e nao existe lugar fora. O planeta é um todo. 



Atenção que vai a Faria Lemos no Portal tem muita lama. Deveriam, antes que aconteça um acidente, limpar a lama da Rodovia. Risco eminente de acidente.

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Atenção que vai a Faria Lemos no Portal tem muita lama. Deveriam, antes que aconteça um acidente, limpar a lama da Rodovia. Risco eminente de acidente.

Vagas de emprego nos Supermercados Marinho

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📢 VAGAS DE EMPREGO | SUPERMERCADOS MARINHO

Os Supermercados Marinho estão com várias oportunidades de emprego em diversos setores! 🛒💙

Se você está em busca de uma nova oportunidade, essa pode ser a sua chance de fazer parte da nossa equipe.

🤝 Venha fazer parte da nossa família!



domingo, 13 de setembro de 2026

Ofertas Pet Shop nos Supermercados Marinho


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Comunicamos o falecimento de Paschoalina de Souza Pedrosa


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Vai planejar os seus roteiros para 2027. Rotas do CHICO tem Roteiros Incríveis. Vem com a gente

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🚙🔥 PROPOSTA DE PARCERIA — EXPEDIÇÕES 2027 ROTAS DO CHICO CHICO DAS ROTAS — VEM COM A GENTE! Para Clubes • Equipes • Grupos • Associações • Organizadores de Expedições Está planejando o calendário de viagens e expedições da sua equipe para 2027? COLOQUE AS ROTAS DO CHICO NO SEU PLANEJAMENTO! Criamos e organizamos roteiros exclusivos, personalizados e sob medida, de acordo com o perfil, os interesses, o período disponível e o tipo de experiência que seu grupo deseja viver. --- ⭐ ROTEIROS EXCLUSIVOS EM DESTAQUE ☕🍸 ROTA DO CAFÉ E CACHAÇA Entorno do Parque Nacional do Caparaó — Pico da Bandeira Uma experiência que une Off Road, natureza, gastronomia, cultura e turismo rural. ☕ Cafés especiais e premiados 🍸 Cachaças artesanais de alambique 🧀 Queijos e doces 💦 Cachoeiras ⛰️ Montanhas e paisagens incríveis 🚙 Trilhas e caminhos de aventura Uma experiência para conhecer sabores, histórias, cultura e paisagens de uma das regiões mais especiais do Brasil. ✈️ Opção de conexão aérea pelo Aeroporto Regional da Zona da Mata. Presidente Itamar Franco. --- 🏛️🚙 ROTA DA ALEGRIA Lavras Novas + Ouro Preto Aventura, história, cultura e gastronomia pelas montanhas de Minas Gerais. 🚙 Trilhas Off Road ⛰️ Montanhas e paisagens 🏛️ Patrimônio histórico 🍽️ Gastronomia 🤝 Confraternização entre amigos e equipes Uma expedição para acelerar a aventura e celebrar a vida! ✈️ Opção de conexão aérea pelo Aeroporto Regional da Zona da Mata e/ou Aeroporto de Confins (BH). --- 🇧🇷 SEU GRUPO QUER OUTRO DESTINO? NÓS CRIAMOS O ROTEIRO! Também podemos organizar expedições personalizadas pelo Brasil, de acordo com os interesses e a disponibilidade da sua equipe. 🌵 Jalapão 🏜️ Lençóis Maranhenses ⛰️ Serra da Canastra 🛣️ Estrada Real 🐊 Pantanal 🌎 Transamazônica 🙏 Conexão Veredas da Fé até o Santuário Nacional de Aparecida 🌌 São Thomé das Letras + Carrancas + Luminárias — #ÉTudoLouco 🌊 Capitólio — Mar de Minas 🌄 Montanhas Capixabas ⛰️ Chapada Diamantina ✝️ Caminho da Fé ✨ Caminho da Luz Divina 🌴 Rota das Emoções 🍫 Rota do Chocolate 🏔️ Cânions + Serra do Corvo Branco + Serra do Rio do Rastro — SC 🍷 Rota do Vinho — RS 🌊 Conexão Caminhos para o Mar E muito mais! ✈️ Conexões aéreas também podem ser planejadas para os demais roteiros, proporcionando mais agilidade, praticidade e conforto no deslocamento das equipes, de acordo com o destino e a logística de cada expedição. --- 🚜 PARA DIFERENTES MODALIDADES Nossos roteiros podem ser adaptados para: 4x4 • 4x2 • Jeeps • Gaiolas • Caminhonetes • SUVs • UTVs • Motos • Quadriciclos Também desenvolvemos experiências para: 🥾 Caminhadas 🚴 Bikes 🐎 Cavalgadas 👉 Não possui veículo? Temos opções de veículos para locação/disponibilização, sob consulta. --- 🧭 UMA EXPEDIÇÃO ORGANIZADA DE PONTA A PONTA A ROTAS DO CHICO pode cuidar de toda a estrutura necessária para sua expedição: ✈️ Conexões e traslados aéreos 🚐 Transporte terrestre 🚜 Veículos 🏨 Hospedagem 🍽️ Alimentação 🧭 Guias 🛠️ Apoio e suporte durante o roteiro Mais agilidade, praticidade e comodidade para sua equipe. --- 🤝 PARCERIA COM CLUBES E EQUIPES A PROPOSTA É SIMPLES: VOCÊ REÚNE SUA EQUIPE. NÓS CRIAMOS A EXPERIÊNCIA. O grupo escolhe o destino, período e perfil da aventura. A partir daí, desenvolvemos o roteiro e estruturamos toda a logística necessária para transformar o planejamento em uma expedição memorável. 📅 Datas flexíveis 👥 Roteiros para grupos 🧭 Programação personalizada 🚙 Experiências exclusivas --- 🔥 ANTECIPE O CALENDÁRIO 2027! As melhores expedições começam muito antes de ligar os motores. Reserve antecipadamente sua data e comece a planejar a próxima grande aventura da sua equipe. 🚙 JUNTE SUA EQUIPE. 🔥 LIGUE OS MOTORES. 🌎 DESCUBRA NOVOS CAMINHOS. ❤️ VIVA A EXPERIÊNCIA. ROTAS DO CHICO CHICO DAS ROTAS — VEM COM A GENTE! Chico das Rotas Xyko Éocombatente @chicodasrotas @xykoeocombatente Agente de Turismo Rural — SENAR 📲 Inscrições • Reservas • Informações (32) 999-344-777 📧 eocombatente@hotmail.com --- 🚙 ROTAS DO CHICO Mais que um roteiro. Uma experiência para ficar na memória.


sábado, 12 de setembro de 2026

Promoção Fini nos Supermercados Marinho


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Rifa para ajudar a Bruna a comprar uma prótese. Ela sofreu um acidente e teve o membro inferior amputado. Uma guerreira que nesse momento amigos e familiares se unem para ajudar. Ajude voce também.

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Rifa para ajudar a Bruna a comprar uma prótese. Ela sofreu um acidente e teve o membro inferior amputado. Uma guerreira que nesse momento amigos e familiares se unem para ajudar.  Ajude voce também. 
"Estou fazendo uma campanha PASSO DA BRUNA, e cada cota está custando R$ 10,00."
O link da minha campanha é este https://rifa.digital/s/rifa-da-bruna/4377240



Dia Nacional da Cachaça. Nós da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira comemoramos esse DIA todos os dias.

 




 

Dia 13 de setembro é o dia Dia Nacional da Cachaça. Nós da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira comemoramos esse DIA todos os dias.

Para nós, não é somente o Dia 13 de setembro. O Dia Nacional da Cachaça. Nossa rica e belíssima região tem motivos infinitos para esse Dia se comemorar e também comemorarmos todos os Dias. Pois afinal, estamos na Rota do Café e Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira que é um roteiro turístico de aventuras fora de estrada que conecta importantes pontos de produção e atrações em toda a região das 3 Divisas – Vértice Sudeste MG/RJ/ES no entorno do Pico da Bandeira/Parque Nacional do Caparaó.
Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira é uma aventura em off road em um percurso de 6 roteiros de cerca de 500km em 4 dias de aventura cada roteiro que destaca a produção do mais genuíno produto brasileiro: A Cachaça Artesanal de Alambique. Destaca também as histórias e tradições da produção dos premiados Cafés das Montanhas em todo o seu percurso. Onde os participantes vão surfando pelas belíssimas montanhas e se deliciando com essas maravilhas de toda essa rica e belíssima região.

Como roteiro, criado por Éocombatente, para ajudar a promover nossa região. Uma iniciativa que vem promovendo e fomentando o conhecimento e o desenvolvimento do turismo rural sustentável, a economia solidária, o turismo de aventura e a agricultura familiar. Além de promover as belezas, histórias e riquezas naturais de toda essa rica e belíssima região.

Para celebrar e bebemorar essa data. Um MÉ. Um Santo MÉ. Um Santo MÉmédio e as nossas deliciosas e saborosas cachaças artesanais de Alambique aqui produzidas na Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira. 
Um produto genuinamente Brasileiro. A Cachaça. Então vamos brindar e comemorar. 




 Conheçam a história da Cachaça. 
Clicando em mais informações à seguir.


História da Cachaça
A palavra cachaça é de origem polêmica.

Algumas versões dadas por pesquisadores:

– Do castelhano CACHAZA, vinho que era feito de borra de uva;

– Da aguardente, que era usada para amaciar a carne de porco (CACHAÇO);

– Da garapa azeda, tomada pelos escravos e chamada por eles de cagaça;

A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.

Ocorre que, por vezes, o caldo desandava e fermentava, dando origem a um produto que se denominava cagaça e era jogado fora, pois não prestava para adoçar. Alguns escravos tomavam esta beberagem e, com isso, trabalhavam mais entusiasmados.

Os senhores de engenho por vezes estimulavam aos seus escravos, mas a corte portuguesa, vendo nisto uma forma de rebelião, proibia que a referida bebida fosse dada aos negros, temendo um levante.

Com o tempo esta bebida foi aperfeiçoada, passando a ser filtrada e depois destilada, sendo muito apreciada em épocas de frio. O processo de fermentação com fubá de milho remonta aos primórdios do nascimento da cachaça e permanece até hoje com a maior parte dos produtores artesanais.

Existem atualmente pesquisas de fermentação com diversos produtos denominados enzimas que, aos poucos, estão substituindo o processo antigo.

A cachaça sempre viveu na clandestinidade, sendo consumida principalmente por pessoas de baixa renda e, por isto, sua imagem ficou associada a produto de má qualidade. Mas atualmente ela ascendeu a níveis nunca antes sonhados e hoje é uma bebida respeitada e apreciada mundialmente, já tendo conquistado a preferência de pessoas de alta classe e sendo servida em encontros políticos internacionais e eventos de toda espécie pelo mundo afora.


Cronologia
Primórdios do XVI
O caldo era apenas consumido pelos escravos, para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra (banzo).

Como a carne de porco era dura, usava-se a aguardente para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”.

O apelido “Pinga” veio porque o líquido “pingava” do alambique.

2ª metade do Século XVI

Passou a ser produzida em alambiques de barro, depois de cobre, como aguardente.

Século XVII
Com o aprimoramento da produção, passou a atrair consumidores. Começou a ter importância econômica e valor de moeda corrente.

Ano de 1635
Contrariado com a desvalorização de sua bebida típica, a Bagaceira, produzida do bagaço da uva, Portugal proibiu a fabricação da Cachaça e seu consumo na colônia brasileira.

Menos da metade do Século XVII
A retaliação à Cachaça provou o nacionalismo brasileiro, levando o povo a boicotar o vinho Português.

Final do Século
Portugal recuou quanto à decisão de proibir o consumo da Cachaça brasileira e decidiu apenas taxar o destilado.

Ano de 1756
A aguardente da cana-de-açúcar era um dos gêneros que mais contribuía para a reconstrução de Lisboa, abalada por terremoto em 1755.

Ano de 1789
A Cachaça virou símbolo da resistência ao domínio português. O último pedido de Tiradentes: “Molhem a minha goela com cachaça da terra”.

Inicio do Século XIX
Com as técnicas de produção aprimoradas, a Cachaça passou a ser muito apreciada. Era consumida em banquetes palacianos e misturada a outros ingredientes, como gengibre, o famoso Quentão.

Depois da metade do Século XIX
Com a economia cafeeira, abolição da escravatura e início da República, um largo preconceito se criou frente a tudo que fosse brasileiro, prevalecendo à moda da Europa. A Cachaça estava em baixa.

Ano de 1922
A Semana da Arte Moderna resgatou a nacionalidade brasileira. A Cachaça ainda tentava se desfazer dos preconceitos e continuava a apurar sua qualidade.

Depois da metade do Século XX
A Cachaça teve influência na vida artística nacional, com a “cultura de botequim” e a boemia. Passou a ser servida como bebida brasileira oficial nas embaixadas, eventos comerciais e vôos internacionais. A França tentou registrar a marca Cachaça, assim como o Japão tentou a marca Assai.

Século XXI
A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol.

Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott.

A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados.

A industrialização da Cachaça emprega atualmente no Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional.

A Cachaça é original do Brasil!

Cachaça, Aguardente e Pinga
Etimologia da Palavra Cachaça
A origem do nome cachaça, provavelmente, deve ser espanhola. Mas a palavra nunca pegou na Península Ibérica. Ela foi escrita algumas vezes como sinônimo da milenar bagaceira, feita das borras da uva, mas nunca na nossa acepção e com a nossa sede. O termo cachaça chega até nós pelos portugueses, junto com os alambiques, as primeiras destilações.

A primeira referência literária, livresca, que Câmara Cascudo (1991) encontrou (portanto, de que se tem notícia), está na Carta-II de Sá de Miranda (1481-1558) ao seu “amigo e comensal, Antônio Pereira, o Marramaque, senhor de Basto”, quando o primeiro provou dacachaça na Quinta da Tapada, em Celorico de Basto, no Minho, de propriedade do segundo.

Cantavam os versos:

Ali não mordia a graça
Eram iguais os juízes;

Não vinha nada da praça,

Ali, da vossa cachaça!

Ali, das vossas perdizes!

Certamente, não era a aguardente da cana-de-açúcar, mas a bagaceira. Porém, Nicolau Lanckman, em 1451, viu a cana-de-açúcar “ao redor de Coimbra”. Depois, em 1525, Gil Vicente registrou “vales para açafrão e canas açucaradas” em sítios da Beira. Na verdade, na Península, não se empregava o termo cachaça, visto como uma palavra quase vulgar e rara para designar a bagaceira.

Segundo Câmara Cascudo (1991): “A bebida nasceu aqui, é brasileira, com matéria-prima e braços nacionais, ainda que com alambiques lusos” (p. 3). A palavra somente se generalizou aqui. Cachaça originária “do mel de açúcar sacarino”, obtida do caldo ou melaço, borras ou escumas da cana-de-açúcar, é bebida gerada no Brasil.

O primeiro registro escrito, culto, da palavra cachaça deve-se ao naturalista alemão Jorge Maregrave, quando descreve a fabricação do açúcar em Pernambuco, sob o império do Conde Nassau: a primeira caldeira é chamada pelos portugueses “caldeira de mear descumos”, na qual o caldo é sujeito à ação de um fogo lento, sempre movido e purgado por uma grande colher de cobre chamada “escumadeira”, até que fique bem escumado e purificado. A escuma é recebida numa canoa, posta em baixo, chamada “tanque”, e assim também a cachaça, a qual serve de bebida para os burros.

Antes do termo cachaça firmar-se, no Brasil, definitivamente como a aguardente derivada da fermentação e destilação do caldo ou do melaço da cana-de-açúcar,

Convém registrar um nome que prevalesceu pelos séculos XVI e XVII. Era também muito popular jeribita e suas variações: jiribita, jurubita, geribita, giribita, geriba, piripita. Ainda hoje, em alguns locais do Brasil, fala-se uma dessas formas. Os dicionários da época registram todas elas como sinônimo de cachaça e de aguardente.

Porém, Câmara Cascudo (1991) alerta que muitas vezes a fala popular e os documentos literários e estatais (legais e de fisco) indicam que são líquidos diferentes. Ao mesmo tempo, documentos comerciais gravam eufemismos como aguardente da terra, vinho da terra e vinho de mel que, na verdade, são cachaça, para diferenciar de geribita de fora, aguardente (solitariamente para designar bagaceira), agardente do reino ou ainda bagaceira.

A caxaxa azeda ou garapa azeda, registrada no final do século XVII, é o caldo fermentado, sem destilação, que também, em excesso, embriaga. É como a garapa doida, que encontramos no início deste século no Acre, onde não havia alambiques, somente engenhocas para moer a cana.

O nome pinga só veio depois, no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, segundo Câmara Cascudo (1991), no final do século XIX. Era a destilação, depois da fervura e evaporação do caldo fermentado, que “pingava” na bica do alambique.

Fonte: www.alambiquedacachaca.com.br


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Quer conhecer. Vem com a gente 
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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Pai lança alerta sobre os riscos de veículos elétricos e pedem providências das autoridades. Nos solidarizamos com essa valorosa iniciativa.

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Como pai de adolescente, não quero tirar dos nossos jovens o prazer, a liberdade e a diversão que as bikes e patinetes elétricos proporcionam. De maneira alguma!

Quero apenas que eles possam curtir, se divertir e voltar para casa em segurança. 🛴🚲❤️

Por isso, lanço este alerta e convido pais, jovens e toda a nossa comunidade a abraçarem a Campanha “Elétrico Seguro”.

Não somos contra. Somos a favor da diversão com responsabilidade, educação e segurança.
Vamos juntos cuidar dos nossos jovens! 🙏