quarta-feira, 5 de março de 2025

Escala de vencimentos da 2ª parcela do IPVA começa nesta quinta-feira (6/3)


Pagamento pode ser feito via Pix ou guia de arrecadação

 

A escala de vencimentos da segunda parcela do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2025 começa nesta quinta-feira (6/3), para os finais de placas 1 e 2. A sequência das placas e seus respectivos dias de vencimento, podem ser conferidos na tabela anexa.

O pagamento pode ser feito via Pix, Documento de Arrecadação Estadual (DAE) ou diretamente nos terminais de autoatendimento, guichês e aplicativos dos agentes arrecadadores autorizados (Bradesco, Sicoob, Mercantil do Brasil, Caixa, Mais BB, Santander, Banco do Brasil e Itaú), bastando ter em mãos o número do Renavam do veículo.

Quem optar por pagar via Pix precisa observar, antes de concluir a operação, o nome da instituição emissora, Itaú Unibanco S.A ou Santander (Brasil) S.A, e o favorecido, Estado de Minas Gerais, CNPJ 18.715.615/0001-60. Para pagamento nas casas lotéricas, é necessário apresentar o DAE.

Tanto para gerar o QR Code do Pix quanto para emitir a guia (DAE), o contribuinte deve acessar o site da Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais (SEF/MG), que é www.fazenda.mg.gov.br ou pelo MG App.

O não pagamento do imposto gera multa de 0,3% ao dia, até o 30º dia, e multa de 20% após o 30º dia, além de juros calculados pela Selic.

 

Quem perdeu a 1ª parcela

Quem perdeu o prazo para pagar a primeira parcela do IPVA pode efetuar o pagamento da segunda, normalmente. Com relação à parcela em atraso, o quanto antes for quitada, menos juros serão cobrados pelo atraso. A partir do 30º dia de atraso, é cobrada multa de 20% sobre o valor da parcela.

 

Balanço até o momento

Dados coletados até 25/2 apontam que foram arrecadados R$ 5,9 bilhões em 2025, dos quais R$ 3,9 bilhões pagos em cota única, o que representa 66,88%.

A expectativa de arrecadação com o IPVA 2025 é de R$ 11,9 bilhões, um incremento de R$ 1,2 bilhão (12%) em relação ao valor lançado em 2024.

Do total arrecadado com o IPVA, 40% vão para o caixa único do Estado, 40% são destinados aos municípios de emplacamento dos veículos e 20% vão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

 

TRLAV vence em 31 de março

Vale lembrar que a Taxa de Renovação do Licenciamento Anual do Veículo (TRLAV), no valor de R$ 35,18, vence em 31 de março. O pagamento da TRLAV também deve ser feito no site da SEF.


O conteúdo está disponível na Agência Minas:

https://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/escala-de-vencimentos-da-2-parcela-do-ipva-comeca-nesta-quinta-feira-6-3

 

Lições das marcas de luxo para inspirar negócios de todos os portes

Livro "O Olhar para o Extraordinário", escrito pelos consultores do mercado premium Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi, revela segredos de atendimento a gigantes como Louis Vuitton, Cartier e Hugo Boss

O mercado de luxo está em pleno crescimento no Brasil e surpreende o mundo. Segundo pesquisa da Brain & Company, os números nacionais estão 10% acima da média mundial e a expectativa do setor é movimentar R$ 130 bilhões até 2030.  

Para desvendar os segredos por trás das marcas e empresas que emanam requinte, os consultores especialistas no segmento premium Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi lançam o livro O Olhar para o Extraordinário pela DVS Editora. 

Após o sucesso do best-seller O Paladar não Retrocede, Ferreirinha, ex-presidente da Louis Vuitton no Brasil e fundador da MCF Consultoria, se une a Crepaldi, head da Luxury Academy e com sólida experiência em gigantes como Dolce & Gabbana e Chanel, para compartilhar o que aprenderam ao longo de suas carreiras. 

A obra reúne lições de executivos das marcas mais luxuosas do planeta, incluindo Daniela Gontijo, da Louis Vuitton na América Latina, Laurita Mourão, da Tiffany & Co. Brasil, Natalie Klein, da NK Store, Maxime Tarneaud, da Cartier, Freddy Habbat da TAG Heuer, Romeo Bonadio, da Hugo Boss, Catherine Petit, da Moët Hennessy, e Rodrigo Mascaretti, da Ferragamo. 

Conforme os autores, são inúmeros os fatores que influenciam na percepção de um atendimento com padrões de exigência tão elevados: entregar um serviço que vai além do produto a ser oferecido; transmitir conhecimento; pensar a longo prazo; cuidar do legado da operação em que atua e exercer o protagonismo diário para encantar e emocionar clientes. 

O cuidado, a atenção, proatividade e a assertividade no entendimento das necessidades são, segundo Ferreirinha e Crepaldi, os grandes diferenciais para que essas marcas sejam lembradas. Ao longo das páginas, é possível entender sobre os principais gatilhos de clientes com altas expectativas e demandas, sendo ativos de luxo ou não.  

“Esse perfil de público prioriza um atendimento personalizado, adora ser surpreendido (fator surpresa ou “wow factor”) e requer atenção. Demanda uma conexão que vai além do produto, assim, enxerga a personalização como um diferencial, além de buscar marcas e produtos com valores semelhantes aos seus”, escrevem. 

Como suporte de todas as ferramentas apresentadas no livro e que podem auxiliar no processo de evolução, a dupla criou um dicionário de atendimento com fatores-chave para o diálogo com o cliente especial. A ideia foca em seis tópicos essenciais para praticar: paciência, empatia, conexão, criatividade, a habilidade de contar histórias e o protagonismo. São competências e habilidades profissionais que mostram um diferencial competitivo na arte de encantar e surpreender.  

Ao mostrar a importância de transformar a percepção que o cliente tem da marca por meio de atributos reais, humanos e emocionais, além dos racionais e funcionais, O Olhar para o Extraordinário oportuniza a alavancagem dos padrões de atendimento e relacionamento para empresas e profissionais de qualquer porte. A obra é primordial para quem deseja alcançar o encantamento gerado pelas marcas de luxo, mesmo que esteja na fase inicial do próprio negócio. 

Ficha técnica  

Título: O Olhar para o Extraordinário 
Editora: DVS Editora 
Autores: Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi 
ISBN: 978-6556951379 
Número de páginas: 224 
Preço: R$ 84,00 
Onde encontrar: Amazon e principais livrarias do país  

Sobre os autores 

Carlos Ferreirinha é fundador e Presidente da MCF Consultoria, empresa líder de atuação na tradução da Inteligência da Gestão do Luxo como diferencial competitivo, atuando em todo Brasil, América Latina, África e Portugal. Ferreirinha também é sócio-fundador da Bento Store e idealizador/fundador da Abrael (Associação das Marcas de Luxo). Tem mais de 30 anos de atuação exclusivamente voltada para os desdobramentos do Luxo em Gestão de Negócios. Autor do livro best-seller “O Paladar não Retrocede”. 

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Leandro Crepaldi é Head da Luxury Academy, área de Projetos Especiais, Conteúdo e Conhecimento da MCF Consultoria. Há mais de 12 anos, atua ao lado de Carlos Ferreirinha, liderando toda a Inteligência da operação voltada para a capacitação e treinamento de equipes dos mais variados segmentos. Especialista no comportamento de consumo de Luxo e nas particularidades do cliente com padrões de exigência elevados, traz uma sólida experiência profissional, incluindo atuação em marcas globais como Dolce & Gabbana e Chanel, em Londres. Leandro possui ampla expertise em tudo que dialoga com atendimento e relacionamento com o cliente, em especial no gerenciamento de projetos com foco no desenvolvimento de competências e habilidades profissionais. 

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Sobre a DVS Editora   

Fundada em 2001, a DVS Editora se consolidou como referência no mercado editorial ligado à carreira, inovação e negócios, oferecendo conteúdo diferenciado sobre orientação pessoal e profissional. Ao longo dos anos, lançou dois novos selos: Abajour Books, literatura para o público adulto; e Catatau Livros Infantis, voltada ao público mirim. A editora segue com o objetivo de publicar e promover conteúdo criativo e inovador em busca do crescimento pessoal e profissional.   

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Relações de poder e a busca por redenção numa sociedade escravocrata

No livro "Sob o mesmo Sol", o escritor Diego Moreira da Silva Ribeiro retrata os dilemas morais de uma família durante o período colonial

Em meio às tensões do Brasil escravocrata no início do século XIX, o destino de três irmãos é traçado pelas decisões do imponente patriarca João Andrades. Sob o regime morgado, o primogênito, João Filho, herda a renomada Fazenda Ouro Preto. Enquanto isso, o segundo, Francisco, precisa lidar com as frustrações em ver a amada ser prometida ao irmão mais velho. Já ao caçula, Benedito, lhe resta o seminário para ser padre. Inconformado com a imposição do pai, o rapaz decide fugir, mas é seguido pela escrava Ofélia, que nutre um amor platônico por ele, desencadeando uma série de conflitos na família.

Escrita por Diego Moreira da Silva Ribeiro, a obra Sob o mesmo Sol reflete as contradições sociais do período colonial, em que os grandes latifundiários exerciam poder absoluto sobre as propriedades, famílias e escravos. Neste contexto, os personagens são confrontados diariamente por dilemas morais: João Filho se mostra frio e calculista, disposto a manter o legado da família a todo custo; já Francisco, durante as buscas pelos jovens, passa a refletir sobre as imposições que lhe foram feitas; Benedito, por sua vez, percebe que a liberdade pode vir acompanhada de grandes desafios; por fim, Ofélia desafia as convenções em busca da própria identidade diante de uma sociedade racista.

Meu desejo é que, se não o encontrar mais nessa vida, encontre-o na vida por vir, onde a cor de nossas
peles seja apenas um traço de nossas diversidades e não de superioridade, se é que essa outra vida realmente
exista. Eu prefiro acreditar que sim, esse é o único acalanto da minha alma. E, se possível for, que ainda em vida
consiga sentir, nem que seja pelo mínimo espaço de tempo, o doce gosto da liberdade. 
(Sob o mesmo Sol, p. 159)

Por meio de uma linguagem poética e profunda, a narrativa é dividida em momentos de tensão e reflexões filosóficas sobre a vida e o destino, como o encontro de Benedito e Ofélia com um grupo de caçadores, que após cometerem uma série de abusos fazem o protagonista pensar sobre os horrores vividos pelos escravos. Ao longo de 45 capítulos, Diego Moreira da Silva Ribeiro evidencia de forma minuciosa o nível de violência presente na sociedade brasileira, em que a humanidade da população negra foi — e ainda é — sistematicamente negada ao longo da história.

Repleto de conflitos geracionais, amores interraciais proibidos, críticas ao sistema e busca por pertencimento, o livro oferece uma valiosa reflexão sobre poder e liberdade. O leitor é conduzido, ainda, a analisar os diferentes laços que unem e separam os indivíduos dentro de uma mesma estrutura social — que independentemente de status, vivem Sob o mesmo Sol.

FICHA TÉCNICA

Título: Sob o mesmo Sol
Autor: Diego Moreira da Silva Ribeiro
Editora: Appris
Selo da editora: Artêra
ISBN: 978-65-250-4718-8
Páginas: 201
Preço: R$ 68,00 (físico) | R$ 45,00 (e-book)
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Nascido em Itanhaém, município da Baixada Santista (SP), Diego Moreira da Silva Ribeiro reside atualmente na capital paulista. Formado em administração, é também militar do exército brasileiro e cristão. De maneira leve e sensível, ele encontrou no hobby pela escrita uma forma de levar às pessoas reflexões profundas sobre relações humanas, poder e destino. Sob o mesmo Sol é o primeiro livro publicado pelo autor.

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Como as repúblicas marítimas da Itália moldaram o Ocidente contemporâneo?


Livro do professor universitário e doutor em Direito, Roberto Chacon de Albuquerque, explica o funcionamento das cidades desde o século XI e analisa suas influências até os dias atuais

Você já se questionou de onde surgiram elementos fundamentais do capitalismo, como o sistema de crédito, o mercado de seguros e os bancos? Ou pensou sobre quem foram os inventores de tecnologias e pesquisas imprescindíveis para as relações do mundo hoje, como os mapas náuticos e as bússolas? Esses conhecimentos remontam ao período das repúblicas marítimas italianas, existentes dos séculos XI a XVIII, cuja história ganha novas perspectivas no livro As Repúblicas Marítimas Italianas: de Roma a Veneza, do professor universitário e doutor em Direito, Roberto Chacon de Albuquerque.

A partir de um assunto inédito no mercado literário brasileiro, o autor faz uma reconstrução cronológica de todas essas cidades litorâneas da Itália - Amalfi, Ancona, Gaeta, Gênova, Noli, Pisa, Ragusa e Veneza – com o intuito de destacar a contribuição de cada uma para a história mundial. Dividida em capítulos que podem ser lidos em qualquer ordem, a obra analisa redes de comércio, estruturas de governo, estratégias de defesa militares e expressões artísticas da época.

Além disso, o livro retrata as influências sociais, econômicas, políticas e culturais das repúblicas que transformaram o Ocidente e reverberam até a contemporaneidade. Por terem estreitado os laços com diversas regiões do mundo e dominado as rotas comerciais do Mediterrâneo, elas criaram as bases da diplomacia. Também foram responsáveis pela criação de sistemas bancários, pelo surgimento da bolsa de valores e pela construção de escolas de arquitetura e de artes.

Pioneiras na transição do feudalismo para o capitalismo, as repúblicas marítimas italianas viveram o auge por muitos séculos, mas gradualmente começaram a desaparecer devido a uma combinação de fatores. Esse declínio, provocado por questões como a ascensão de novas potências, a mudança nas rotas comerciais e os confrontos militares, é explorado por Roberto Chacon de Albuquerque nos subcapítulos.

As Repúblicas Marítimas Italianas ainda discorre sobre figuras célebres, como Marco Polo, Cristóvão Colombo e Fibonacci. “A obra explora a aura de romance e mistério que cerca figuras históricas como as dos doges, banqueiros e desbravadores não só de Veneza e Gênova, incluindo o aventureiro Casanova. O livro oferece ao leitor a oportunidade de conhecer um dos aspectos mais fascinantes e multifacetados da história ocidental, com implicações decisivas para a política, a economia e a cultura do mundo moderno”, explica o escritor.

FICHA TÉCNICA

Título: As Repúblicas Marítimas Italianas
Subtítulo: de Roma a Veneza
Autor: Roberto Chacon de Albuquerque
Editora: EDUCS
ISBN: B0DGQX8GS7
Páginas: 712
Preço: R$ 35 (e-book)
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Universidade Católica de Brasília, Roberto Chacon de Albuquerque é mestre e graduado em Direito pela Universidade de Brasília (UnB). Nascido no Recife, ele é sócio-correspondente da Academia Pernambucana de Letras, do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Também é autor dos livros “A Revolução Holandesa: Origens e Projeção Oceânica” (Editora Perspectiva), “Albuquerque e Nassau: Origens e Perfis” (Editora Topbooks), além de “As Repúblicas Marítimas Italianas: de Roma a Veneza” (EDUCS).


Rota do Café e Cachaça é destaque no Minas Jornal.

Rota do Café e Cachaça é destaque no Minas Jornal de Muriaé na Edição de 28 d fevereiro.

Mais um prêmio e reconhecimento do nosso trabalho em promover toda a região.

 VEM COM A GENTE em nossas saborosas, emocionantes e deliciosas aventuras da Rota do Café e Cachaça e suas Conexões.


Você gosta de Aventuras?


Vem com a Gente 


Roteiros de 2025:


- Rota do Café e Cachaça(Caparaó/Pico da Bandeira, Matas de Minas, Montanhas Capixabas e Conilon ES - Cafés Especiais, as Cachaças Artesanais de Alambique e suas Conexões)


- Jalapão.  20 a 28/07(Férias Escolares JULHO)


- Serra da Canastra - Queijo Canastra de 14 a 18/05.


- Chapada Diamantina BA Agosto


- Estrada Real - Caminho VELHO. Setembro


- Rota Imperial. Outubro 


- Conexão Santuário de Nossa Senhora Aparecida - Novembro 


- 2016. Conexão Caminhos para o Mar. De UBÁ a UBU (Iriri, Anchieta e Piúma - ES) 29/01 a 01/02


- Roteiros Personalizados. De acordo com sua disponibilidade e de seu grupo 


(32)984-887-230


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terça-feira, 4 de março de 2025

Em mensagem para a Quaresma 2025, o Papa Francisco afirma que caminhar juntos é vocação da Igreja

 

A mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2025 intitulada “Caminhemos juntos na esperança”. Na mensagem para a Quaresma deste ano intitulada “Caminhemos juntos na esperança”, Francisco recorda que “caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos”.

Com o sinal penitencial das cinzas sobre as nossas cabeças, iniciamos na fé e na esperança a peregrinação anual da Santa Quaresma”, escreve Francisco, reiterando o convite da Igreja, mãe e mestra, a “preparar os nossos corações e a abrir-nos à graça de Deus para podermos celebrar com grande alegria o triunfo pascal de Cristo, o Senhor, sobre o pecado e a morte”. “Jesus Cristo, morto e ressuscitado, é o centro da nossa fé e a garantia da nossa esperança na grande promessa do Pai, já realizada n’Ele, Seu Filho amado: a vida eterna”.

Acesse o texto da mensagem na íntegra (aqui)

Quaresma e a graça do Ano Jubilar

“Nesta Quaresma, enriquecida pela graça do Ano Jubilar”, o Papa oferece algumas reflexões sobre “o que significa caminhar juntos na esperança” e evidencia “os apelos à conversão que a misericórdia de Deus dirige a todos nós, enquanto indivíduos e comunidades”.

Em primeiro lugar, caminhar. “O lema do Jubileu – “Peregrinos de Esperança” – traz à mente a longa travessia do povo de Israel em direção à Terra Prometida, narrada no livro do Êxodo: a difícil passagem da escravidão para a liberdade, desejada e guiada pelo Senhor, que ama o seu povo e sempre lhe é fiel. Não podemos recordar o êxodo bíblico sem pensar em tantos irmãos e irmãs que, hoje, fogem de situações de miséria e violência e vão à procura de uma vida melhor para si e para seus entes queridos”.

De acordo com Francisco, “aqui, surge um primeiro apelo à conversão, porque todos nós somos peregrinos na vida, mas cada um pode perguntar-se: como me deixo interpelar por esta condição? Estou realmente a caminho ou estou paralisado, estático, com medo e sem esperança, acomodado na minha zona de conforto? Busco caminhos de libertação das situações de pecado e falta de dignidade? Seria um bom exercício quaresmal confrontar-nos com a realidade concreta de algum migrante ou peregrino e deixar que ela nos interpele, a fim de descobrir o que Deus pede de nós para sermos melhores viajantes rumo à casa do Pai. Esse é um bom “exame” para o viandante”.

Caminhar juntos é esta a vocação da Igreja

“Em segundo lugar, façamos esta viagem juntos. Caminhar juntos, ser sinodal, é esta a vocação da Igreja. Os cristãos são chamados a percorrer o caminho em conjunto, jamais como viajantes solitários. O Espírito Santo impele-nos a sair de nós mesmos para ir ao encontro de Deus e dos nossos irmãos, e nunca a fechar-nos em nós mesmos”, ressalta o Pontífice. “Caminhar juntos significa ser tecelões de unidade, partindo da nossa dignidade comum de filhos de Deus; significa caminhar lado a lado, sem pisar ou subjugar o outro, sem alimentar invejas ou hipocrisias, sem deixar que ninguém fique para trás ou se sinta excluído. Sigamos na mesma direção, rumo a uma única meta, ouvindo-nos uns aos outros com amor e paciência”, escreve o Papa no texto.

De acordo com Francisco, “nesta Quaresma, Deus nos pede que verifiquemos se nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades”.

O Papa nos convida a perguntar “diante do Senhor se somos capazes de trabalhar juntos a serviço do Reino de Deus, como bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e leigos; se, com gestos concretos, temos uma atitude acolhedora em relação àqueles que se aproximam de nós e a quantos se encontram distantes; se fazemos com que as pessoas se sintam parte da comunidade ou se as mantemos à margem. Este é o segundo apelo: a conversão à sinodalidade”.

Rumo à vitória pascal

Em terceiro lugar, Francisco nos convida a fazer “este caminho juntos na esperança de uma promessa. A esperança que não engana, mensagem central do Jubileu, seja para nós o horizonte do caminho quaresmal rumo à vitória pascal. Como o Papa Bento XVI nos ensinou na Encíclica Spe salvi, «o ser humano necessita do amor incondicionado. Precisa daquela certeza que o faz exclamar: “Nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”». Jesus, nosso amor e nossa esperança, ressuscitou e, vivo, reina glorioso. A morte foi transformada em vitória e aqui reside a fé e a grande esperança dos cristãos: na ressurreição de Cristo!”

“Eis o terceiro apelo à conversão: o da esperança, da confiança em Deus e na sua grande promessa, a vida eterna”, escreve o Papa, convidando a nos perguntar: “Estou convicto de que Deus me perdoa os pecados? Ou comporto-me como se me pudesse salvar sozinho? Aspiro à salvação e peço a ajuda de Deus para a receber? Vivo concretamente a esperança que me ajuda a ler os acontecimentos da história e me impele a um compromisso com a justiça, a fraternidade, o cuidado da casa comum, garantindo que ninguém seja deixado para trás?”

Francisco conclui a mensagem, afirmando que “graças ao amor de Deus em Jesus Cristo, somos conservados na esperança que não engana. A esperança é “a âncora da alma”, inabalável e segura. Nela, a Igreja reza para que «todos os homens sejam salvos» e anseia estar na glória do céu, unida a Cristo, seu esposo. Que a Virgem Maria, Mãe da Esperança, interceda por nós e nos acompanhe no caminho quaresmal”.

Com informações VaticanNews

4 virtudes para deixar a rotina mais leve


Filósofo Deusiel Diaz reforça práticas diárias para cultivar equilíbrio, leveza e propósito em qualquer fase da vida

Encontrar equilíbrio em meio aos altos e baixos pode parecer difícil, mas quando pequenas atitudes e reflexões são implementadas à rotina, é possível notar mudanças nas relações – consigo e com os outros – e nos sentimentos.

Assim como nas mensagens inspiradoras que traz no livro 180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração, o filósofo Deusiel Diaz explica que toda mudança deve começar de dentro para fora. Por isso, compartilha quatro virtudes que todos devem incluir no cotidiano como caminho para uma vida mais rica de propósito. Confira:

 1. Pratique a humildade

A humildade é a base para o aprendizado e o crescimento pessoal. Reconhecer que sempre temos algo a aprender, independentemente da nossa experiência, nos abre a novas perspectivas e evita o orgulho que nos impede de evoluir.

“Ter humildade para sempre aprender é um excelente princípio para deixar a ignorância.” (180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração, p. 33)

2. Cultive a generosidade

Ser generoso não se limita apenas a gestos materiais, mas também ao tempo, ao apoio emocional e à escuta atenta. A generosidade cria conexões profundas e transforma a vida daqueles ao nosso redor, além de fortalecer a empatia e compaixão.

“A bondade é uma virtude louvável. Assim como a maldade e a hipocrisia são aberrações nada justificáveis. E em nenhuma circunstância devem ser aceitáveis.” (180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração, p. 166)

3. Desenvolva a paciência

A paciência é uma virtude essencial para lidar com as frustrações. Ao desenvolver a calma e a tolerância, você aprende a lidar melhor com os obstáculos e a manter a paz interior, mesmo nas situações mais desafiadoras.

“Ignore as críticas e tenha uma atitude serena. Mas não se torne um pretensioso de acreditar que as críticas são sempre injustas.” (180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração, p. 151)

4. Exerça a gratidão

A gratidão muda nossas perspectivas. Quando começamos a valorizar o que temos, em vez de focar no que falta, somos mais felizes e contentes. A prática da gratidão transforma os momentos simples em motivos de celebração e nos ajuda a manter a motivação em períodos difíceis.

“Sejamos gratos constantemente. A gratidão nos eleva a um bem-estar espiritual. Além de ser uma lei do cosmo que funciona reciprocamente.” (180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração, p. 152)

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Sobre o autor: Formado em Filosofia pela Universidade Federal de Tocantins, Deusiel Diaz trabalha como analista no Detran-TO. Foi professor monitor da UFT e deu aulas no programa de Residência Pedagógica. Também atuou como professor assistente em colégios de Palmas-TO, além de ter sido orientador social de programas no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Itacajá-TO. Apaixonado por literatura, estreia como escritor com 180 motivos em frases e pensamentos para refletir e aquecer o coração. 

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Ler para crescer: o poder transformador da leitura e a importância de projetos literários




Por Márcia Neves* 

Ler torna o homem capaz de se relacionar consigo mesmo, consequentemente, com o mundo. É um processo essencial e atemporal, que transcende a decodificação; um ato de reconhecimento, compreensão, tradução, aceitação ou recusa. É como se apaixonar - quanto mais se aproxima da leitura, mais se encanta pelo conhecimento. Para mim, ler é alongar-se para abraçar o mundo. Obviamente, um ato necessário para democratizar o acesso ao conhecimento, enriquecer-se de literatura e promover um senso de identidade.

Nada melhor que essas figuras de linguagem para defender a leitura como estratégia básica de desenvolvimento pessoal, social, cultural e econômico do país, visto que é recurso de entendimento de todas as áreas do conhecimento.

Como garantir que um indivíduo se desenvolva enquanto cidadão crítico, como agente muito mais que protagonista, sem a prática de uma leitura ativa e consciente, onde questões sociais e políticas são muitas vezes complexas? 

Pessoas mais letradas tendem a ser mais produtivas e inovadoras, a ter mais controle de suas emoções, a ter mais engajamento com questões sociais e pessoais. São muitos os benefícios socioemocionais proporcionados pela leitura. Segundo Ziraldo (escritor e dramaturgo brasileiro), a gente tem que ler como quem respira. Ou seja, precisa ser um exercício diário e inesgotável.

Se alguém me pedir uma definição precisa do que é a leitura, farei como Clarice Lispector fez ao entrevistar Chico Buarque em 1968, perguntando-lhe “o que é o amor”, ambos disseram não saber. E nós, certamente, diríamos o mesmo, diante das possibilidades e complexidade de respostas, frente a um assunto/substantivo tão particular, completo e abstrato, quanto a leitura (cada um possui e defende o seu individual, a sua realidade, seus gostos e interesses). É preciso vivê-la, experimentá-la e tomar consciência de sua importância.

E agora? Como incentivar cada vez mais estudantes a gostarem de ler, diante de tanta ferramenta digital que lhes rouba o tempo e o interesse? Qual o papel da escola diante de um cenário disruptivo na educação?

A 6ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” (2024), do IPL (Instituto Pró-Livro), aponta que mais da metade dos brasileiros não lê livros; e ainda, que a escola tem deixado, cada vez mais, de ser o lugar onde mais se pratica leitura. (Considera-se leitor a pessoa que leu, ao menos, um livro nos últimos três meses, físico ou virtual). A pesquisa apresenta dados preocupantes e, ao mesmo tempo, reveladores do quanto a internet vem roubando o tempo e os hábitos dos estudantes; o que reforça a necessidade de reorganização de políticas de incentivo à leitura e valorização da mesma, como a predileção de espaços de leitura nas escolas, a exemplo das bibliotecas. 

Em primeiro lugar, incentivar a leitura desde a infância é um investimento para um futuro com alunos leitores. E isso não é tarefa só da escola, mas de toda a sociedade, sobretudo, da família. Mas, é na escola que os estudantes são direcionados a diversas atividades de desenvolvimento cognitivo, muitas vezes sendo o único lugar para isso.

Em segundo, todo indivíduo carece de repertório para caber no mundo, e mais uma vez a escola se apresenta como primeiro palco para isso, tendo em vista o quão importante é interagir com colegas e professores para a troca, organização e construção de conhecimento.

Muitas escolas adotam livros como complementação pedagógica (paradidáticos), que oferecem abordagem mais prática, dinâmica e contextualizada dos temas pertencentes à grade curricular. Isso é uma excelente maneira de enriquecer a experiência educacional, visto que são projetos literários que fomentam o debate e a reflexão, permitindo aos alunos explorarem interesses pessoais, resolução de problemas, criticidade e respeito às diferenças, além de aprimorarem o vocabulário, a atuação, a criatividade, a escuta e o envolvimento com tecnologias (construção de e-book, uso de aplicativos, etc.).

Como professora da área de linguagens, defendo os projetos literários como ferramenta completa de fomento à leitura, de letramento e letramento literário que, quando sob a supervisão dos professores, com planejamentos organizados e cumpridos, proporcionam aos alunos, além de objetivos pedagógicos, liberdade de expressão, da arte e da cultura, e ainda, expansão e gosto pela leitura, levando-os a escolher e indicar novas leituras, o que penso ser essencial para a construção de repertório além dos muros da escola.

É claro que, diante o exposto, defendo a linguagem literária para a organização, construção e entendimento da vida, do mundo de cada um, tendo em vista as inúmeras possibilidades de construção da linguagem que a mesma permite.     

14 motivos para ler

Ler educa e traz conhecimento.

Ler amplia e melhora o vocabulário.

Ler prepara para o futuro.

Ler estimula a criatividade.

Ler impulsiona a formação crítica.

Ler estimula o interesse cada vez mais por leitura.

Ler é um exercício de alma, íntimo, particular.

Ler ensina a pensar e a ouvir (ouvir-se).

Ler favorece a construção de repertório cultural.

Ler dá poder de concentração e reflexão.

Ler oferece ferramentas para discernir.

Ler ensina a restringir, explicar e rechaçar.

Ler capacita para ser e estar no mundo.

Ler forma leitores.

 

 

*Márcia Maria Santos Neves é Professora do Colégio Progresso Bilíngue de Santos há mais de 10 anos com formação em Letras (Português e Espanhol) pela Universidade Católica de Santos, pós-graduada em Alfabetização e Letramento e autora dos livros “Grades de liberdade”, “Poesia o lugar encantado das crianças” e “Haicais Bucólicos”, além de participações em muitas antologias e revistas literárias. Colabora para a Revista Internacional The Bard, desde 2024, escrevendo a Coluna Nossa Literatura – virtudes poéticas.