terça-feira, 6 de outubro de 2026

A PERDA IRREPARÁVEL DE CARANGOLA E REGIÃO NESTA ELEIÇÃO



Carangola e toda a nossa região precisam olhar com atenção para o resultado desta eleição.


Não se trata apenas de quem ganhou ou de quem perdeu uma eleição. Trata-se da perda de representatividade, de experiência, de novos talentos, de trabalhos reconhecidos e de vozes que poderiam ocupar espaços importantes na política mineira e nacional.


A não eleição de nomes importantes como Mário Heringer, Rafael Martins, Paulo Filho da Fundação, Dr. Wilson Batista, Luciano, da Causa Autista, Euclides Pettersen e Professora Luciana Rampi representa uma perda considerável.


São trajetórias diferentes, bandeiras diferentes e experiências diferentes, mas que tinham algo em comum: a possibilidade de ampliar a presença e a força política de Minas Gerais e, especialmente, de nossa região.


E, entre esses nomes, existem perdas que para Carangola tem um significado ainda maior.


Professora Luciana Rampi e Luciano da Causa Autirsta são filhos da terra.


Professora Luciana Rampi é uma mulher que construiu sua trajetória na educação, no desenvolvimento, no turismo, na inclusão e em diversas pautas sociais. Seu trabalho ultrapassou e ultrapassa as fronteiras de Carangola e alcançou reconhecimento em diferentes regiões de Minas Gerais. Tendo sido votada em mais da metade dos municípios mineiros que reconheceram o alcance do seu trabalho.

Luciano da Causa Autista, filho do Ex Deputado e Ex Prefeito Paulo Pettersen, também tem um trabalho reconhecido e que se destaca. 


A não eleição dessa dupla para Carangola significa também a perda de duas vozes regionais com identidade, história, conhecimento da nossa realidade e capacidade de articulação.


Não se trata de diminuir quem foi eleito.


Trata-se de reconhecer que Carangola e região deixaram de ocupar espaços que poderiam ser estratégicos para o nosso futuro.


E isso tem consequência.


Porque representação política significa acesso, diálogo, articulação, capacidade de reivindicar e, principalmente, força para transformar demandas em conquistas.


Agora, mais do que lamentar o resultado, precisamos fazer uma reflexão:


QUEM VAI REPRESENTAR CARANGOLA E REGIÃO?


Quem vai defender nossas demandas?


Quem vai abrir portas?


Quem vai levar nossas necessidades para Belo Horizonte e Brasília?


Quem vai transformar o potencial da nossa região em investimentos, desenvolvimento, emprego, renda, turismo, infraestrutura, saúde e educação?


Carangola não pode se contentar em ser apenas um lugar onde candidatos vêm buscar votos.


Precisamos construir uma região politicamente forte, organizada e consciente do valor de sua própria representação.


Porque, quando perdemos bons nomes, bons trabalhos e novas lideranças, não perdemos apenas uma eleição. Perdemos possibilidades.


E talvez essa seja uma das maiores perdas de Carangola e região nesta eleição.

Outro ponto que merece reflexão é a votação expressiva recebida por Nikolas Ferreira.


Respeitamos o direito democrático de cada eleitor escolher seu candidato. Mas também precisamos fazer uma pergunta objetiva: o que essa votação representa, na prática, para Carangola e para a nossa região?


Até aqui, na nossa avaliação, Nikolas Ferreira não construiu uma atuação política voltada para as demandas de Carangola e da região. E, portanto, uma grande quantidade de votos concentrada em um nome que não tem atuação regional pode significar a perda de uma oportunidade de fortalecer uma representação política próxima, presente e comprometida com as nossas necessidades.


Voto também é força política.


Quando uma região concentra seus votos em candidatos que não possuem vínculo, presença ou compromisso concreto com suas demandas, ela pode até ajudar a eleger um deputado, mas corre o risco de perder força na hora de reivindicar investimentos, obras, recursos, empregos, infraestrutura, saúde, educação, turismo e desenvolvimento regional.


A grande questão agora não é apenas quem ganhou ou quem perdeu.


É: quem ganhou força para defender Carangola?


E essa é uma reflexão que precisamos fazer com responsabilidade, sem paixão política e olhando para o futuro.


Carangola precisa transformar votos em representação.

Representação em força.

E força em resultados.


Aos eleitos os nossos votos de congratulações.


Clique no link a seguir. 

Professora Luciana Rampi Volta ao Quadro GENTE COMBATENTE - Histórias de Quem Faz com mais entrevistas. Aguardem.








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