terça-feira, 7 de maio de 2024

Exposição de Tombos. A história novamente se repete. Mais um desperdício do dinheiro público em um evento que nada promove de fato o lugar. Insistem em um modelo de evento que só leva dinheiro da cidade e deixa um rombo e um vazio os outros 362 dias do ano.

 


Exposição de Tombos. A história novamente se repete. Mais um desperdício do dinheiro público em um evento que nada promove de fato o lugar. Insistem em um modelo de evento que só leva dinheiro da cidade e deixa um rombo e um vazio os outros 362 dias do ano.
Esse modelo de evento. Chamado de exposição que nada expõe, nada promove, nada cria e nada incentiva o lugar é a insistência e persistência desses gestores que nada criam, nada promovem e nada incentivam. 

O registro foi feito por nossas lentes nesse domingo por volta das 19h do evento no ano passado. Sobre isso já falamos: Enquanto nossa região vive a onda do fazem de conta que fazem alguma coisa. Ela perde com isso oportunidades infinitas.

Porém isso não é privilégio de Tombos somente não. Fazem isso por toda a região. Em eventos que nada incentivam. Fica o nosso lamento e registro. 



Tombense, jogando em Casa, recebe o Sampaio Correa. Ingressos já a venda. É nesse sábado.

Tombense, jogando em Casa, recebe o Sampaio Correa. Ingressos já a venda. É nesse sábado. 

Vamos Tombense.

Encontro de Trilheiros Beneficente no Grumarim em Caparaó. Dia 09 de junho





Encontro de Pentecostes. Dia 19 de maio na Paróquia Santo Antônio de Pádua em Caparaó





O 1º Trilhão Entre Amigos em Castelo(ES) irá acontecer no dia 09 de junho.

 


Vem aí o 1º Trilhão de Manhumirim. Dia 29 de setembro.

 


Raio X de Fervedouro. Autor Celso Ricardo de Almeida. Um poema em homenagem a Fervedouro em sua data festiva de emancipação.

 


O 12º Trilhão de Ubá irá acontecer no dia 08 de setembro.

 


O 7º Motorock de Guaçuí(ES) irá acontecer de 10 a 12 de maio. Irmandade Estradeira se encontra por lá.

 


Ofertas da Limpeza e Perfumaria nos SUPERMERCADOS MARINHO.

 


Semana + Verde nos Supermercados Marinho





segunda-feira, 6 de maio de 2024

Campanha. SOU A FAVOR QUE TODO O FUNDO PARTIDÁRIO SEJA REVERTIDO ÀS VITÍMAS DAS ENCHENTES DO RIO GRANDE DO SUL.

 


O legado científico das curandeiras africanas no Brasil

 



Em romance histórico, Renato Moreira resgata os conhecimentos de cura deixados pelas escravas angolanas na medicina e sociedade

No caminho a pé para casa, após horas dedicadas a um parto difícil, a experiente curandeira Natula e a filha Kalinda são capturadas em Angola e levadas para o Brasil como escravas. Assim inicia a história de resistência contada na obra A curandeira Bantu, do escritor, professor universitário e PhD em bioquímica Renato Moreira. Ele resgata a contribuição dos povos africanos para a construção social do país, não somente pelos exemplos de luta, mas também pelos conhecimentos curativos de seus antepassados.

Após terem as vidas drasticamente transformadas pela escravidão, as protagonistas encontram na ancestralidade um refúgio para aliviar suas dores e superar as dificuldades. Por meio do uso de chás e unguentos feitos com ervas medicinais locais, elas se reconectam com as próprias origens ao exercerem vocações de curandeiras e parteiras. Devido à escassez de conhecimentos sobre cura na época, começam a atender aos escravos doentes da própria Casa Grande e, depois, das fazendas de café vizinhas.

Com o tempo, expandem os serviços para os moradores negros e brancos dos arredores. Assim, fundam a "Casa da Mãe Neusa", um local dedicado aos cuidados dos enfermos, que mantém viva a esperança e a busca pela liberdade. Desta forma, Renato Moreira entrelaça seu conhecimento científico com a paixão pela história – apoiado em extensa pesquisa –, no intuito de celebrar a cultura africana e a batalha das mulheres que puderam se reencontrar mesmo em meio às adversidades.

Até que um dia, o acaso, sempre agindo, fez com que uma informação surgisse
sobre duas curandeiras de Angola que preparavam “remédios do mato”, atendiam
mulheres em trabalho de parto e cuidavam de escravos e brancos doentes numa
fazenda de café no Vale do Paraíba.
(A curandeira Bantu, p. 128)

Os 17 capítulos da trama fictícia se conectam com outros sete anexos adicionados pelo autor no fim do livro, como uma espécie de glossário. São referências sobre os nomes históricos usados, uma linha do tempo dos acontecimentos, locais reais frequentados pelos personagens, além de conter explicações sobre doenças, processos de cura e plantas medicinais.

O leitor também vai encontrar uma breve contextualização dos povos e etnias nativos da África e das Américas, como o grupo etnolinguístico Bantu, ao qual pertencem protagonistas da obra. Também chamado de banto, o povo estava localizado, principalmente, na África subsaariana, que foi a principal região de pessoas traficadas para o Brasil.

FICHA TÉCNICA

Título: A curandeira Bantu
Autor: Renato Moreira
ISBN: 978-65-5872-707-1
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 514
Preço: R$ 52,60
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Renato de Azevedo Moreira é natural de Recife e, aos 17 anos, mudou-se para Fortaleza, onde vive até hoje. Sempre teve duas paixões: o estudo das Ciências da Natureza e a História. Formado em Química Industrial pela Universidade Federal do Ceará (UFC), seguiu carreira acadêmica na área da Bioquímica; fez doutorado e pós-doutorado em Bioquímica e Imunologia na França e na Escócia. Atualmente é Professor Titular Aposentado da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor). Também é membro da Academia Cearense de Química e da Academia Cearense de Ciências. Seu livro de estreia na literatura é o romance histórico João Caetano, Memórias de um Abolicionista, publicado pela Editora Autografia, e agora lança A curandeira Bantu.

Instagram do autor: @renato_de_azevedo_moreira

Tragédias Climáticas. Cidades precisam de reinventar e se adaptarem aos novos sistemas de chuvas torrenciais. É mais fácil mudar de lugar do que continuarmos em situações de risco constantes e eminentes.


 Não é o rio que invade as casas. 


Foram as casas que invadiram os rios. 


Nossa solidariedade nesse momento com os nosso irmãos do Sul do Brasil. Mas que as autoridades e todos entendam. As Cidades precisam de reinventar e se adaptarem aos novos sistemas de chuvas torrenciais. É mais fácil mudar de lugar do que continuarmos em situações de risco constantes e eminentes. 

Não existem soluções práticas para evitar o que vem acontecendo. As medidas paliativas adotadas são pra inglês ver e de nada adiantam. Pois o problema é maior, gigantesco e macro. 

É preciso agir com sabedoria e começarmos a pensar em mudanças práticas que solucionem, ou minimizem a situação. 

Pois nossas cidades, sem qualquer planejamento, estão fadadas a essas constantes situações de riscos de cheias. 

Pois hoje, qualquer chuvinha, causa transtornos e é o resultado dessa falta de planejamento urbano. As áreas urbanas impermeabilizadas e a água que cai se acumula rapidamente nas partes mais baixas. Causando transtornos e prejuízos incontáveis. 

O meio ambiente não precisam das Leis dos Homens. Basta apenas que os homens respeitem as Leis da Natureza.


Nos solidarizamos sempre com pessoas atingidas. No entanto que sirva de reflexão da importância de se proteger, respeitar e preservar o todo ambiente. Para aqueles que acham que o ambiente é só a metade e o chamam de meio ambiente e não um todo ambiente.
Muitos se preocupam com as cheias dos rios. Porém se esquecem que o ano todo ele deve ser observado e preservado. Ele estava aí antes de nós. 

Aproveitando a oportunidade da resposta da natureza perguntamos: Será que estamos mesmos preocupados com o meio ambiente? O lixo que saiu da porta das nossas casas não desaparece. Foi contaminar e poluir outro ambiente.

Vamos à partir de então adotarmos algumas novas regras. Vamos fazer algo de verdade pelo meio ambiente??? Pois fazer algo pelo meio ambiente está em nossas mãos. 

Tenha atitude e participe da Campanha dos 10 R’s

1 – Repensar

2 – Recusar

3 - Reduzir

4 – Reutilizar

5 – Reaproveitar

6 -  Recuperar

7 – Reparar

8 – Reciclar

9 – Refazer

10 - Reintegrar


Uma Campanha da redução do uso de descartáveis. Pois a Lata de lixo não desintegra os resíduos.


“A história das coisas não acaba quando as jogamos no lixo. Tampouco acaba a nossa responsabilidade!”


"Lata de Lixo e Caminhão de Lixo não desintegram o lixo". Ele não desaparece e vai poluir mananciais de água. Água essa que utilizamos e bebemos.


Atenção a todos. Vamos sim também mudarmos algumas campanhas, chamadas de educativas, que nada contribuem. Tipo assim: Coloque o lixo no lixo. Pois não há lugar certo para se colocar o lixo. O certo é não produzir resíduos(lixo). O que chamamos de lixo, muitas das vezes, nós pagamos por ele e com isso jogamos nossa riqueza fora. Dinheiro desperdiçado e jogado fora.(NO LIXO).


UMA CAMPANHA do ÉOCOMBATENTE, CAMINHO DA LUZ DIVINA e ROTA DO CAFÉ & CACHAÇA - CAMINHOS DO PICO DA BANDEIRA e de TODOS NÓS.

Descoberta de Luzia, um dos esqueletos mais antigos das Américas, completa 50 anos



Arqueólogos encontraram primeiros ossos em 1974, na área do Monumento Estadual Lapa Vermelha, em Pedro Leopoldo; local permanece intacto e desperta interesse de pesquisadores do mundo todo

Robson Sa

Há exatos 50 anos, Minas Gerais se tornava protagonista da história que mexeu e ainda mexe com a ciência mundial: a descoberta dos restos de Luzia, um dos esqueletos mais antigos já encontrados nas Américas.
 

Foi em 1974, na região de Lapa Vermelha, em Pedro Leopoldo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), que os primeiros ossos de Luzia foram achados, durante as escavações lideradas pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire.

Meio século depois, o local tem a proteção do Instituto Estadual de Florestas (IEF) e atrai pesquisadores do mundo todo.

Desde a descoberta, o espaço permanece intocado e é parte da Unidade de Conservação (UC) Monumento Natural Estadual Lapa Vermelha, composta por vários sítios arqueológicos em uma área de 33,7 hectares.

“A principal proteção é a restrição de visitas a pesquisadores e estudiosos, além do cercamento para evitar a presença de animais de grande porte por aqui”, comenta o gerente da unidade, José Roberto da Costa.

Localizada em uma propriedade particular, parceira do IEF, a unidade autoriza as visitas técnicas, somente com acompanhamento do instituto, para a segurança do sítio arqueológico.

O local possui ambientes intactos, pinturas e gravuras espalhadas em suportes rochosos, como testemunhos da memória pré-colonial.

“A descoberta de Luzia é um dos marcos da arqueologia, e representa o contexto do povoamento do nosso continente”, comenta o arqueólogo do IEF, Leandro Vieira.

 Descoberta

Atraída pelos achados de Peter Lund em Lagoa Santa, no século 19, e também pelas pinturas rupestres da região, a francesa Annette Laming-Emperaire liderou, na década de 1970, a missão Franco-Brasileira, com aproximadamente 25 arqueólogos, para escavar Lapa Vermelha.

O arqueólogo francês e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), André Pierre Prous, participou desse trabalho.

“A região foi escolhida pela perspectiva de se encontrar ali as coisas intactas e preservadas, graças ao tipo de solo e a pouca ocupação do lugar”, conta Prous.

Ele relata que o trabalho foi autorizado com a condição de se tornar uma escola de escavação para arqueólogos no Brasil, já que não havia tantos profissionais no país naquela época. Participaram pessoas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, entre outros.

 

Em 1973, a equipe localizou as primeiras pinturas rupestres, que chamaram a atenção da arqueóloga francesa.

“Em 1974, encontramos os primeiros ossos da Luzia como braços, bacia, pernas. Eles estavam espalhados pelo sítio arqueológico”, relembra Prous.

O crânio foi achado em 1975, em uma cavidade mais profunda. Estima-se que Luzia viveu na região há cerca de 11 mil anos.

A mulher Luzia

Luzia foi identificada como uma mulher jovem de 20 anos, encontrada sem outros vestígios humanos e próxima a uma cavidade, sem uma explicação clara para sua morte. 

“Ela pode ter fugido de alguma coisa, pode ter se escondido de algo. Não tem marcas nos ossos que indiquem que ela fugiu de uma fera. Mas o motivo é irrelevante em termos de reconstituição do povoamento das Américas”, diz André Prous.

Por outro lado, uma das hipóteses para a vida dessa mulher, segundo Leandro Vieira, é a de que “ela pertencia a grupos nômades, chamados de caçador-coletor, um tipo de sociedade que vivia exclusivamente da caça, coleta e pesca, sendo muito dependentes da natureza”.

De acordo com Prous, uma das maiores contribuições da Luzia “foi ter ajudado a aumentar o interesse pela pré-história brasileira, por ter cunhado uma figura icônica, facilmente lembrada por todos”.

 

 

Crânio

O crânio de Luzia ficou guardado por 20 anos no Museu Nacional do Rio de Janeiro, instituição parceira da missão Franco-Brasileira.

Em 1995, os cientistas começaram a estudar a morfologia do esqueleto e, em 1998, pesquisas do bioantropólogo Walter Neves revelaram que as características do crânio lembravam as dos atuais africanos e aborígenes da Austrália.

Walter Neves foi quem batizou Luzia, em homenagem a Lucy, esqueleto de 3,5 milhões de anos achado na Etiópia, em 1974.

Em 1999, o antropólogo forense britânico Richard Neave fez a reconstrução artística do rosto de Luzia, com traços negroides.

A peça estava no Museu Nacional quando a instituição pegou fogo, em 2018. No entanto, 80% dos fragmentos foram reencontrados pelas equipes de resgate. Atualmente, há uma réplica de Luzia no Museu de Ciências Naturais da PUC Minas, em Belo Horizonte.

Apesar de a imagem de Luzia, com traços negroides, ser popularmente conhecida, novos estudos, com base em técnicas de arqueogenética, abrem a discussão para outras teorias sobre a origem de Luzia.

 

Somos 7k no Instagram. Obrigado a todos

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Alambique de Cachaça Charmosa de Minas produz as melhores cachaças e os cafés especiais. Afinal eles estão na Rota do Café e Cachaça.

 

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Comunicamos o falecimento de Sebastião Carlos Vilas Boas



Nota de falecimento Comunicamos o falecimento do Sr°. SEBASTIÃO CARLOS VILAS BOAS(conhecido como Carlim Vilas Boas), Esposa: Carmen Barbosa Vilas Boas, Filhos: Leidiane, Ralfe, Vinícius, Carlos Elimar, Noras:Camila e Larissa, Genro: Vinícius, Netos e demais parentes e amigos convidam a todos para o seu sepultamento nesta terça-feira às 10:00hs. Saindo féretro da Capela  Mortuária de Dores do Rio Preto, para o cemitério  local Informou o Grupo Zelo.

Curso: Curso de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas - Ed.MAI2024. Estamos participando. Visando solidificar esse nosso trabalho de criação e realizações para promover toda a região.

 

Nós, do Éocombatente e da Rota do Café e Cachaça, cada vez mais buscando iniciativas que possam ajudar à toda a região em nosso trabalho de criação e realizações de fomento ao desenvolvimento dessa rica e belíssima região estamos participando do Curso Geral de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas. Essa participação visa construir bases sólidas e estratégias ainda maiores para ajudar a promover toda a região. Aguardem as novidades e vem com a gente.


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domingo, 5 de maio de 2024

Nacional empata com o Aymorés em Ubá na estreia do Módulo II Equipe de Muriaé ainda teve um jogador expulso



O Nacional de Muriaé conseguiu um bom empate de 1 x 1 com o Aymorés na estreia do Módulo II do Campeonato Mineiro.


A partida aconteceu neste sábado às 15h no Estádio Affonso de Carvalho na cidade de Ubá e marcou o pontapé inicial da campanha do NAC em busca do acesso.


O placar foi aberto pela equipe da casa aos 14 minutos com o jogador Bruninho. Aos 35 minutos em otima jogada, Patrick marcou de voleio em um belo gol depois do cruzamento.


Já no segundo tempo, a equipe de Ubá buscava voltar a frente do placar, quando aos 23 minutos o juiz expulsou o atleta Nailson do NAC depois de falta dura, ele que já tinha cartão amarelo.


Com isso o Aymorés tentou o segundo gol, o que não aconteceu mesmo diante de certo domínio e superioridade numérica.


Vale ressaltar a atuação do goleiro Carlinhos da equipe de Muriaé, que teve ótima apresentação, o que permitiu o bom resultado fora de casa do Nacional


Ambas os times volta a campo no próximo sábado (11). O Nacional enfrenta o Valério Doce em casa às 15h30 no Estádio Soares de Azevedo, enquanto o Aymorés fora de casa enfrenta o Betim às 18h na Arena Vera Cruz.


Fonte: Fotos: Silvério Machado