segunda-feira, 18 de abril de 2016

Fazenda Histórica em Caiana está na Rota dos Alambiques das Cachaças no Caminho das 3 fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ/ES

Nesse domingo, aproveitando nossa passagem por Caiana, fomos visitar na Comunidade do Divininho nessa belíssima, centenária e histórica Fazenda.
Nessa Fazenda nasceu o conhecido Guilherme Fabricante que herdou parte, adquiriu dos demais herdeiros e ali realizou vários trabalhos e obras para preservação de sua história. 
Ali tradicionalmente também se produziu e novamente voltará em breve a produzir uma das melhores cachaças de alambique da região. A "Cachaça dos Fabricantes".  
A belíssima Sede da Fazenda que foi toda restaurada e ampliada tem, de sua varanda, uma belíssima vista, da Cordilheira de Montanhas do Caparaó e do Pico da Bandeira.
Agradecemos ao guilherme Fabricante e esposa a maravilhosa recepção e voltaremos em breve. Pela acolhida e pelo maravilhoso lugar que passa a ser, definitivamente, ponto de parada da  Rota dos Alambiques das Cachaças no Caminho das 3 fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ/ES.
















quinta-feira, 10 de março de 2016

Quaresmeiras floridas, no Parque Nacional do Caparaó - Vertente Capixaba, anunciam o período pré Páscoa e embelezam as montanhas com seu colorido.

Em nossas visitações para traçar a Rota dos Alambiques das Cachaças no Caminho das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ/ES registramos a belíssima floração das quaresmeiras. No lado Capixaba do Parque Nacional do Caparaó.
Conheça suas histórias e lendas.
A Quaresmeira também é conhecida como cuipeúna, manacá-da-serra, flor-de-maio, flor-da-quaresma, jacatirão-de-capote e pau-de-flor. As espécies de maior ocorrência na Mata Atlântica são a Tibouchina mutabilis e a Tibouchina sellowiana.

É uma espécie pioneira, característica da encosta úmida da Serra do Mar que ocorre do Rio de Janeiro até Santa Catarina. É encontrada quase exclusivamente na mata secundária, chegando, por vezes, a dominar a paisagem e podendo viver de 60 a 70 anos. 

Além da importância ecológica, a quaresmeira é muito utilizada na arborização urbana, com fins paisagísticos, devido à beleza de suas flores e por não apresentar raízes agressivas, permitindo seu plantio em diversos espaços, desde isoladas em calçadas, até em pequenos bosques em grandes parques públicos. Seu crescimento é rápido. 

Elas têm esse nome porque parte da floração mais intensa é próxima ao período religioso da Quaresma, que vai da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa, período de reflexão que antecede a Páscoa para os católicos. Outra coincidência: a cor símbolo da Páscoa é o roxo, mesma tonalidade de cor das flores da quaresmeira. 

As flores são solitárias, grandes, vistosas e duráveis. Desabrocham com a cor branca e gradativamente vão se tornando violáceas, passando pelo rosa. Esta particularidade faz com que na mesma planta sejam observadas flores de três cores. 

Sua madeira apesar de ser de qualidade inferior é indicada para a construção de vigas, caibros, obra internas, postes, esteios e moirões para lugares secos. 

Estresse faz as quaresmeiras florirem 

Na mata original, a quaresmeira pode viver de 60 a 70 anos. Com o estresse da cidade, elas vivem menos de 50 anos e podem florescer três vezes por ano. As maiores vítimas do estresse são as quaresmeiras que se encontram isoladas nas ruas. Os vilões são o monóxido de carbono, produzido pela queima de combustível dos veículos, e o ozônio. A falta de adubação, o pequeno espaço para crescer e expandir suas raízes e as podas drásticas também apressam a morte das quaresmeiras. 

Segundo os pesquisadores, as plantas estressadas sabem que terão vida mais curta e produzem mais flores para garantir mais sementes e mais "descendentes". A floração é a forma de perpetuação da espécie. Nas quaresmeiras, as mais velhas vão ficando cada vez mais exuberantes. 

A Origem das Quaresmeiras contada pelos índios 

Por várias vezes tamoios e portugueses se enfrentaram e no ano de 1566 aconteceu um grande combate entre os dois povos.  Esse    episódio   ficou   conhecido  na história como a guerra das canoas, que se desenrolou ao redor de Paquetá (RJ)  e que  dizimou toda a tribo tamoio que vivia na Ilha. 

Dizem que os tamoios, já prevendo essa derrota e a extinção da sua tribo, providenciaram com antecedência um grande ritual religioso  em que  invocaram  os  espíritos  dos seus ancestrais para que, de alguma forma, ficasse marcado para sempre que o chão e a Natureza desta ilha das muitas pacas era território deles, e a eles pertencia. 

Não há concordância em relação ao local em que tal rito ocorreu: se na Imbuca, ou na Lagoa Grande. Em cada um desses locais havia uma taba da tribo de Paquetá, e cada uma delas era dirigida por um cacique, além do Pajé, que era o mesmo para as duas aldeias. Eram pois três chefes: dois temporais e um espiritual. E foi em torno deles  que  ficou  estabelecido  o   sinal    para marcar a posse indígena de Paquetá. Ficou combinado que os espíritos dos ancestrais usariam para marcar esse fato, as mesmas cores que cada um dos três caciques costumava usar nos seus cocares e nos seus colares. O da Imbuca preferia o amarelo das penas dos bem-te-vis, o da Lagoa Grande preferia as flores azuis das bromélias que enfeitavam as margens dessa grande  lagoa e o Pajé andava sempre ornamentado com vários colares de conchas cor-de-rosa, que existiam em quantidade nas praias de Paquetá.    

E os mais antigos contam  que foi depois da guerra das canoas, quando  morreram todos os índios de Paquetá e os seus três caciques, que começaram a aparecer mata atlântica, essas três grandes árvores ornamentais: o Ipê amarelo, que floresce principalmente na Imbuca, as quaresmeiras, que  enfeitam  de  roxo as encostas, e as  paineiras  da  curva do vento, que sempre enfeitam Paquetá com as suas  grandes flores cor-de-rosa. Dizem que elas simbolizam aqueles  três grandes chefes tamoios.

Quaresmeira 
Nome científico:Tibouchina mutabilis (Vell.) Cogn. e Tibouchina sellowiana. 
Família: Melastomataceae 
Utilização: Madeira utilizada para vigas, caibros e moirões. Muito utilizada para paisagismo urbano e geral. 
Coleta de sementes: Diretamente da árvore quando começar a abertura espontânea dos frutos. 
Fruto: marrom, seco, em forma de taça, contendo várias sementes por fruto, possuindo aproximadamente 0,7 cm de diâmetro. 
Flor: Rosa, branca, violácea. 
Crescimento da muda: Rápido. 
Germinação: Delicada. 
Plantio: Mata ciliar, área aberta, solo degradado. 
Época de coleta de sementes: Fevereiro a abril 
Observação: As sementes deverão ser minimamente cobertas com substrato leve mantidas com pouca umidade.
Com informações: http://www.apremavi.org.br/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Museu de Tombos realiza Exposição Temática: Tombos e seus antigos carnavais

O Museu de Tombos, sob a coordenação de Fabrício Rosestolado(de família tradicionalíssima do Carnaval da Cidade) e apoio total da Secretaria de Educação e Cultura(Secretária Maria Rita) está realizando a Exposição Temática: Tombos e seus antigos carnavais. 
A Exposição está aberta até esse domingo de Carnaval:  Segunda a sexta de 8 às 18 hrs. Sábado de 8 as 15h e domingo de 8 às 12 hrs.
A Exposição é feita de Painéis com Fotos, adereços, fantasias e vídeos que são projetos em um telão. Uma viagem na história dos grandes carnavais da cidade e dos grandes carnavalescos que fizeram de Tombos o Carnaval de maior tradição em toda a região e até hoje mantém muitas dessas tradições.
Vale à pena visitar e reviver essa história. Quem quer vivê-la a cidade de Tombos prepara o seu Carnaval para 05 a 09 de fevereiro. Confiram a programação a seguir.

















quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Conheça a História da Cachaça TOMBOS de MINAS. Eles estão na ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS do CAMINHO DAS 3 FRONTEIRAS DO PICO DA BANDEIRA MG/RJ/ES

Na bela região serrana da Zona da Mata de Minas Gerais, está localizada uma cidadezinha de nome rústico, chamada Tombos( devido a cachoeira de 3 tombos formada pelo Rio Carangola), onde seus habitantes, como todo bom mineiro, mantém como herança o hábito de fazer as coisas gostosas e boas que o campo lhes oferece. Não poderias ser outro, senão neste lugar abençoado pela natureza, a localização da Fazenda União, onde se produz com muito amor e tradição nossa gostosa Cachaça Tombos de Minas, feita de cana de açúcar selecionada durante décadas, com acompanhamento do Ministério da Agricultura e Emater, para se produzir o que há de melhor da mais pura cachacinha mineira, ecologicamente correta, produzida com fermento natural de fubá, envelhecida em tonéis de madeira nobre, procedimento este que faz da cachaça Tombos de Minas, umas das mais conceituadas e apreciadas pelos consumidores de requintado e fino paladar.
Vocês podem conhecer o sistema de produção das Cachaças TOMBOS de MINAS e Cachaça CANA DOURADA. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Rota dos Alambiques das Cachaças no Caminho das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ /ES o lugar de Encontro dos Amantes do OFF ROAD e das Aventuras Radicais.

A Região das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ /ES tem agora instituída uma Rota de Aventuras e Expedições Especiais: A ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS. 





Um percurso variado sobre as montanhas que formam o contorno do belíssimo Parque do Caparaó, local onde se situa o Pico da Bandeira - o 3º Maior Pico do Brasil e o mais acessível, cerca de 70 Jeepeiros de MG, RJ e ES se reuniram no sábado (10/10) na Divisa de MG/RJ de frente à Belíssima Cachoeira de Tombos que, apesar do pouco volume d’água nesse período, mantem sua imponência de belíssimo monumento natural e de lá partiram logo cedo, pois o Percurso seria grande, com cerca de 160 km de estradas de terra e belíssimos lugares pitorescos e atrações gastronômicas de toda essa região.
Já no  início passaram pelo 1º Point da ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS a Cachaça do Ricardo, aos pés da Cachoeira de Tombos e de lá seguiram para Catuné, Água Santa e Pedra Dourada onde se fabrica as Cachaças TOMBOS de MINAS e Cachaça CANA DOURADA.
Uma rápida passagem e seguiram em direção à Cafarnaum e Faria Lemos onde puderam se deliciar com um delicioso Feijão Tropeiro na Fazenda Cristal, feito especialmente pelas cozinheiras da Fazenda Cristal e lá puderam conhecer o inovador sistema de produção do Alambique das Cachaças 1000 Montes e SPIRAL. De lá seguiram para Carangola e conheceram a produção da CACHAÇA CHARMOSA DE MINAS. A mais antiga de toda a região. 
Em seguida retornaram à trilha e percorreram o antigo leito da Ferrovia onde todos ficaram encantados pelas obras seculares dessa linha férrea. 
O próximo Point da ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS foi o Sítio Tatuapé em Espera Feliz, produtor da Cachaça TATUAPÉ e CACHAÇA ESPERA FELIZ e de lá seguiram para o último compromisso do dia.  Foram até a Granja Turmalina, produtora das Cachaças GRANJA TURMALINA e Cachaça DU CARLITO. Depois de uma belíssima e gostosa recepção  com comidas típicas de Tira Gosto de Buteco, após conhecerem o sistema de produção, seguiram para Alto Caparaó e ali pernoitaram. 
No domingo(11) logo cedo foram conhecer o Alambique da Cachaça ALTO CAPARAÓ e de lá seguiram para a Fazenda Ninho das Águias onde todos puderam conhecer e saborear o Café BI Campeão Brasileiro. Além de se deliciarem com o tradicional Queijo Mineiro ali produzido. Em seguida, já em Terras Capixabas, foram conhecer o Alambique do Claer e de lá alguns seguiram para uma aventura mais radical pelas montanhas e cafezais. Outros foram conhecer as cachoeiras e belezas naturais desse pomposo lado Capixaba do Parque Nacional do Caparaó. Logo depois seguiram para o delicioso almoço no Restaurante e Recanto ZÓIOS D’ÁGUA em São João do Prícipe(Iúna-ES) onde puderam apreciar a beleza arquitetônica e natural do local. Além da maravilhosa gastronomia.

Alguns seguiram para completar o Percurso no Contorno do Pico da Bandeira. Outros retornaram e foram conhecer os atrativos do Parque Nacional do Caparaó em seu interior.
As várias opções levaram os participantes a buscarem aproveitar ao máximo o tempo e todos, sem exceção, saíram renovados e energizados dessa aventura. A 1ª de muitas. Pois já marcamos 2 novas datas para retornarmos à essa maravilhosa região e conhecermos os milhares de segredos, cachoeiras, áreas naturais e o visual belíssimo do Parque Nacional do Caparaó e do Pico da Bandeira. 



A  Região das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ /ES tem agora instituída uma Rota de Aventuras Especiais: A ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS fica instituída por esses bravos Guerreiros e Combatentes do OFF ROAD 4x4.
Nós nos reencontraremos por lá. Na Expedição Off Road 4X4 Caminho das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira - MG, RJ e ES" - Rota dos Alambiques  das Cachaças e Cafés da Montanhas. Informações (32) 9-9992-7731 ou 9-8407-7764.




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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Cliques da 2ª Etapa no domingo da 1ª Expedição OFF ROAD 4x4 no Caminho das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ/ES - ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS.

Confiram a seguir os Cliques da 2ª Etapa no domingo da 1ª Expedição OFF ROAD 4x4 no Caminho das 3 Fronteiras do Pico da Bandeira MG/RJ/ES - ROTA DOS ALAMBIQUES DAS CACHAÇAS.









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