domingo, 8 de setembro de 2024
sexta-feira, 6 de setembro de 2024
Sistema de monitoramento de incêndios da Cemig identifica focos de queimada em tempo real
Iniciativa tem o objetivo de identificar queimadas e diminuir o tempo de resposta no combate ao fogo com apoio da sociedade
O tempo seco e as mudanças climáticas estão impulsionando a propagação de incêndios e queimadas em todo o país. Sendo uma das principais empresas que investem em tecnologia no país, a Cemig tem um projeto inovador que pode ajudar a combater o fogo, principalmente em áreas de mata e de preservação, o Apaga o Fogo!.
De acordo com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), até 26 de agosto de 2024, foram registrados 109.943 focos de incêndio, um aumento de 78% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram contabilizados 61.720 casos.
O Apaga o Fogo! - parceria da Cemig com as Universidades Federais de Minas Gerais e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, além da startup Gaia - é uma plataforma online que disponibiliza imagens de florestas em tempo real para usuários cadastrados. Desta forma, a companhia e qualquer voluntário podem identificar focos de fumaça e fogo em sua fase inicial.
O engenheiro de Transmissão da Cemig, Carlos do Nascimento, explica que o Apaga o Fogo! foi criado no ano de 2013, a partir de um programa de Pesquisa e Desenvolvimento da companhia. Em um primeiro momento, a iniciativa foi desenvolvida para monitorar, em tempo real e em caráter experimental, a Reserva Biológica da UFMG, por meio de câmeras instaladas no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec). Depois, o projeto foi ampliado para a mata Serra Verde, em Belo Horizonte; a serra Rola Moça, localizada entre a capital e Brumadinho; e a mata da UniverCemig, no município de Sete Lagoas.
“A intenção é expandir esse sistema de monitoramento, para que o uso da câmera possa contribuir para a preservação ambiental por meio da redução das queimadas em Minas Gerais. Além disso, a plataforma também pretende minimizar interrupções de falta de energia provocadas por incêndios florestais”, comenta o engenheiro.
No ano passado, o Apaga o Fogo! ultrapassou as fronteiras nacionais e firmou parceria com um site da Espanha. “Isso demonstra o potencial da plataforma, uma vez que é um sistema na internet e pode contemplar várias regiões do país e do mundo. Recentemente, fizemos uma parceria com um pesquisador espanhol que pode auxiliar no combate às nossas queimadas, de forma voluntária, do outro lado do mundo”, detalha.
Ferramenta colaborativa
As imagens do monitoramento do Apaga o Fogo! são processadas por algoritmos de inteligência artificial que podem monitorar, ainda na fase inicial, focos de fumaça e evolução de incêndios. A plataforma também permite a participação de internautas, que podem se cadastrar e auxiliar na identificação precoce dessas queimadas.
“Desta forma, áreas de preservação ambiental são supervisionadas 24 horas por dia, e ainda podem contar com ampla colaboração dos internautas. O objetivo do projeto é reduzir os registros de incêndio e interrupções de energia por meio do compartilhamento inteligente da infraestrutura das redes da Cemig”, destaca Carlos do Nascimento.
Redução no tempo de resposta
Ronnie Gilson Oliveira, voluntário da Brigada Carcará, que fica no Parque do Rola Moça, destaca os benefícios que o Apaga o Fogo! trouxe e como o monitoramento em tempo real ajuda no combate a princípios de incêndios, evitando que uma grande área seja consumida pelo fogo.
“O Apaga o Fogo! revolucionou o sistema de controle de incêndio no Parque da Serra do Rola Moça. Temos o monitoramento por meio do aplicativo nos celulares e também nos computadores da base. Assim, conseguimos ter alguém monitorando a área 24 horas pelas ferramentas disponíveis, que também conta com satélite e grupo no WhatsApp", explica.
"Quando saí um alerta, vamos ao ponto indicado pela pessoa e, a partir da nossa experiência, conseguimos identificar se é um incêndio em progressão. Isso diminui bastante o nosso tempo de resposta. Assim, conseguimos chegar em menos de 15 minutos no foco do incêndio para poder combatê-lo”, ressalta Ronnie.
Além de combater queimadas no Parque do Rola Moça, o Apaga o Fogo! possibilita o monitoramento de outras regiões e o acionamento de outros órgãos de combate a incêndios. “Além da minha área, consigo monitorar outros locais e informar o Corpo de Bombeiros ou brigadas de incêndios de outros locais”, completa.
Muriaé faz aniversário e o nosso presente é todo dia promover e divulgar suas belezas e atrações com as inúmeras realizações da Rota do Café e Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.
Além de promover e incentivar o turismo e o desenvolvimento o nosso presente, que são nossas realizações, geram oportunidades de renda e trabalho: Hotéis, Pousadas, Cafeterias, Restaurantes, Posto de Combustíveis, Distribuidoras de Bebidas, Farmácias, Lojas de Vestuário, Distribuidora de Gelo, Serviço de Mecânica e Manutenção, Serviço de Borracharia, Artesanato, Docerias, Sorveterias, Cacharias, Produtores(as) de cafés especiais e diversos outros serviços e atrativos que fomentamos, promovemos, incentivamos e divulgamos.
Obrigado Muriaé e e aqueles que nos apoiam e incentivam. Empreendedores e empresários do município que, com seu trabalho, nos permitem criar e realizar.
VEM COM A GENTE. TODAS AS TRIBOS:
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Rota do Café e Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira. Aqueles lugares maravilhosos. Aqueles emocionantes rallies, passeios, expedições, trilhas e eventos ON e OFF ROAD, que você vê na TV, a gente promove aqui(MG/RJ/ES) em todo entorno do Parque Nacional do Caparaó.
Além de conhecerem, vivenciarem, experimentarem e se deliciarem com todo o processo de produção das cachaças artesanais de alambique e os cafés especiais premiados.
Rota do Café e Cachaça- CAMINHOS DO PICO DA BANDEIRA e suas Conexões.
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quinta-feira, 5 de setembro de 2024
quarta-feira, 4 de setembro de 2024
Dia Nacional da Cachaça. VEM AÍ. Nós da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira comemoramos esse DIA todos os dias.
Dia 13 de setembro é o dia Dia Nacional da Cachaça. Nós da Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira comemoramos esse DIA todos os dias.
Como roteiro, criado por Éocombatente, para ajudar a promover nossa região. Uma iniciativa que vem promovendo e fomentando o conhecimento e o desenvolvimento do turismo rural sustentável, a economia solidária, o turismo de aventura e a agricultura familiar. Além de promover as belezas, histórias e riquezas naturais de toda essa rica e belíssima região.
Para celebrar e bebemorar essa data. Um MÉ. Um Santo MÉ. Um Santo MÉmédio e as nossas deliciosas e saborosas cachaças artesanais de Alambique aqui produzidas na Rota do Café & Cachaça - Caminhos do Pico da Bandeira.
Um produto genuinamente Brasileiro. A Cachaça. Então vamos brindar e comemorar.
História da Cachaça
A palavra cachaça é de origem polêmica.
Algumas versões dadas por pesquisadores:
– Do castelhano CACHAZA, vinho que era feito de borra de uva;
– Da aguardente, que era usada para amaciar a carne de porco (CACHAÇO);
– Da garapa azeda, tomada pelos escravos e chamada por eles de cagaça;
A cachaça é genuinamente nacional. Sua história remonta ao tempo da escravidão quando os escravos trabalhavam na produção do açúcar da cana de açúcar. O método já era conhecido e consistia em se moer a cana, ferver o caldo obtido e, em seguida deixá-lo esfriar em fôrmas, obtendo a rapadura, com a qual adoçavam as bebidas.
Ocorre que, por vezes, o caldo desandava e fermentava, dando origem a um produto que se denominava cagaça e era jogado fora, pois não prestava para adoçar. Alguns escravos tomavam esta beberagem e, com isso, trabalhavam mais entusiasmados.
Os senhores de engenho por vezes estimulavam aos seus escravos, mas a corte portuguesa, vendo nisto uma forma de rebelião, proibia que a referida bebida fosse dada aos negros, temendo um levante.
Com o tempo esta bebida foi aperfeiçoada, passando a ser filtrada e depois destilada, sendo muito apreciada em épocas de frio. O processo de fermentação com fubá de milho remonta aos primórdios do nascimento da cachaça e permanece até hoje com a maior parte dos produtores artesanais.
Existem atualmente pesquisas de fermentação com diversos produtos denominados enzimas que, aos poucos, estão substituindo o processo antigo.
A cachaça sempre viveu na clandestinidade, sendo consumida principalmente por pessoas de baixa renda e, por isto, sua imagem ficou associada a produto de má qualidade. Mas atualmente ela ascendeu a níveis nunca antes sonhados e hoje é uma bebida respeitada e apreciada mundialmente, já tendo conquistado a preferência de pessoas de alta classe e sendo servida em encontros políticos internacionais e eventos de toda espécie pelo mundo afora.
Cronologia
Primórdios do XVI
O caldo era apenas consumido pelos escravos, para que ficassem mais dóceis ou para curá-los da depressão causada pela saudade de sua terra (banzo).
Como a carne de porco era dura, usava-se a aguardente para amolecê-la. Daí o nome “Cachaça”, já que os porcos criados soltos eram chamados de “cachaços”.
O apelido “Pinga” veio porque o líquido “pingava” do alambique.
2ª metade do Século XVI
Passou a ser produzida em alambiques de barro, depois de cobre, como aguardente.
Século XVII
Com o aprimoramento da produção, passou a atrair consumidores. Começou a ter importância econômica e valor de moeda corrente.
Ano de 1635
Contrariado com a desvalorização de sua bebida típica, a Bagaceira, produzida do bagaço da uva, Portugal proibiu a fabricação da Cachaça e seu consumo na colônia brasileira.
Menos da metade do Século XVII
A retaliação à Cachaça provou o nacionalismo brasileiro, levando o povo a boicotar o vinho Português.
Final do Século
Portugal recuou quanto à decisão de proibir o consumo da Cachaça brasileira e decidiu apenas taxar o destilado.
Ano de 1756
A aguardente da cana-de-açúcar era um dos gêneros que mais contribuía para a reconstrução de Lisboa, abalada por terremoto em 1755.
Ano de 1789
A Cachaça virou símbolo da resistência ao domínio português. O último pedido de Tiradentes: “Molhem a minha goela com cachaça da terra”.
Inicio do Século XIX
Com as técnicas de produção aprimoradas, a Cachaça passou a ser muito apreciada. Era consumida em banquetes palacianos e misturada a outros ingredientes, como gengibre, o famoso Quentão.
Depois da metade do Século XIX
Com a economia cafeeira, abolição da escravatura e início da República, um largo preconceito se criou frente a tudo que fosse brasileiro, prevalecendo à moda da Europa. A Cachaça estava em baixa.
Ano de 1922
A Semana da Arte Moderna resgatou a nacionalidade brasileira. A Cachaça ainda tentava se desfazer dos preconceitos e continuava a apurar sua qualidade.
Depois da metade do Século XX
A Cachaça teve influência na vida artística nacional, com a “cultura de botequim” e a boemia. Passou a ser servida como bebida brasileira oficial nas embaixadas, eventos comerciais e vôos internacionais. A França tentou registrar a marca Cachaça, assim como o Japão tentou a marca Assai.
Século XXI
A Cachaça está consagrada como brasileiríssima, é apreciada em diversos cantos do mundo e representa nossa cultura, como a feijoada e o futebol.
Em alguns países da Europa, principalmente a Alemanha, a Caipirinha de Cachaça é muito mais consumida que o tradicional Scott.
A produção brasileira de Cachaça já ultrapassa os 1,3 bilhões de litros e apenas 0,40% são exportados.
A industrialização da Cachaça emprega atualmente no Brasil mais de 450 mil pessoas. O Decreto 4.702 assinado em 2002 pelo presidente FHC, declara ser a Cachaça um destilado de origem nacional.
A Cachaça é original do Brasil!
Cachaça, Aguardente e Pinga
Etimologia da Palavra Cachaça
A origem do nome cachaça, provavelmente, deve ser espanhola. Mas a palavra nunca pegou na Península Ibérica. Ela foi escrita algumas vezes como sinônimo da milenar bagaceira, feita das borras da uva, mas nunca na nossa acepção e com a nossa sede. O termo cachaça chega até nós pelos portugueses, junto com os alambiques, as primeiras destilações.
A primeira referência literária, livresca, que Câmara Cascudo (1991) encontrou (portanto, de que se tem notícia), está na Carta-II de Sá de Miranda (1481-1558) ao seu “amigo e comensal, Antônio Pereira, o Marramaque, senhor de Basto”, quando o primeiro provou dacachaça na Quinta da Tapada, em Celorico de Basto, no Minho, de propriedade do segundo.
Cantavam os versos:
Ali não mordia a graça
Eram iguais os juízes;
Não vinha nada da praça,
Ali, da vossa cachaça!
Ali, das vossas perdizes!
Certamente, não era a aguardente da cana-de-açúcar, mas a bagaceira. Porém, Nicolau Lanckman, em 1451, viu a cana-de-açúcar “ao redor de Coimbra”. Depois, em 1525, Gil Vicente registrou “vales para açafrão e canas açucaradas” em sítios da Beira. Na verdade, na Península, não se empregava o termo cachaça, visto como uma palavra quase vulgar e rara para designar a bagaceira.
Segundo Câmara Cascudo (1991): “A bebida nasceu aqui, é brasileira, com matéria-prima e braços nacionais, ainda que com alambiques lusos” (p. 3). A palavra somente se generalizou aqui. Cachaça originária “do mel de açúcar sacarino”, obtida do caldo ou melaço, borras ou escumas da cana-de-açúcar, é bebida gerada no Brasil.
O primeiro registro escrito, culto, da palavra cachaça deve-se ao naturalista alemão Jorge Maregrave, quando descreve a fabricação do açúcar em Pernambuco, sob o império do Conde Nassau: a primeira caldeira é chamada pelos portugueses “caldeira de mear descumos”, na qual o caldo é sujeito à ação de um fogo lento, sempre movido e purgado por uma grande colher de cobre chamada “escumadeira”, até que fique bem escumado e purificado. A escuma é recebida numa canoa, posta em baixo, chamada “tanque”, e assim também a cachaça, a qual serve de bebida para os burros.
Antes do termo cachaça firmar-se, no Brasil, definitivamente como a aguardente derivada da fermentação e destilação do caldo ou do melaço da cana-de-açúcar,
Convém registrar um nome que prevalesceu pelos séculos XVI e XVII. Era também muito popular jeribita e suas variações: jiribita, jurubita, geribita, giribita, geriba, piripita. Ainda hoje, em alguns locais do Brasil, fala-se uma dessas formas. Os dicionários da época registram todas elas como sinônimo de cachaça e de aguardente.
Porém, Câmara Cascudo (1991) alerta que muitas vezes a fala popular e os documentos literários e estatais (legais e de fisco) indicam que são líquidos diferentes. Ao mesmo tempo, documentos comerciais gravam eufemismos como aguardente da terra, vinho da terra e vinho de mel que, na verdade, são cachaça, para diferenciar de geribita de fora, aguardente (solitariamente para designar bagaceira), agardente do reino ou ainda bagaceira.
A caxaxa azeda ou garapa azeda, registrada no final do século XVII, é o caldo fermentado, sem destilação, que também, em excesso, embriaga. É como a garapa doida, que encontramos no início deste século no Acre, onde não havia alambiques, somente engenhocas para moer a cana.
O nome pinga só veio depois, no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, segundo Câmara Cascudo (1991), no final do século XIX. Era a destilação, depois da fervura e evaporação do caldo fermentado, que “pingava” na bica do alambique.
Fonte: www.alambiquedacachaca.com.br
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terça-feira, 3 de setembro de 2024
segunda-feira, 2 de setembro de 2024
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