quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A Exposição de Carangola, para mim, foi a pior de todos os tempos.

 

A Exposição de Carangola, para mim, foi a pior de todos os tempos e a história da EXPO CARANGOLA não começa hoje


A Exposição de Carangola, para mim, foi a mais diferente de todas as edições. Não pela qualidade do evento, que mais uma vez demonstrou sua grandiosidade, mas porque, em razão de compromissos assumidos muito antes da definição da programação, não pude viver intensamente cada momento da festa.

No mesmo período, estávamos em Ouro Preto realizando mais uma edição da Rota da Alegria, recebendo uma equipe de pilotos do Estado do Rio de Janeiro e promovendo Minas Gerais por meio do turismo, da cultura, da história e do desenvolvimento regional.


Mesmo distante fisicamente, meu coração continuou em Carangola.


E talvez justamente por isso tenha refletido ainda mais sobre a importância da nossa Exposição.


Vejo muitas pessoas comemorando, divulgando e celebrando o sucesso do evento — e isso é motivo de alegria. Entretanto, toda grande conquista tem uma história, e essa história merece ser lembrada.


Tive a honra de participar de um dos momentos mais importantes dessa trajetória. Como Presidente da Câmara Municipal, defendi a reestruturação do Parque de Exposições e lutei pela aprovação da doação da área ao Sindicato dos Produtores Rurais. Naquele momento, compreendíamos que aquela decisão representava um investimento no futuro de Carangola.


Hoje, ao ver o Parque consolidado e a Exposição crescendo ano após ano, sinto a satisfação de saber que também deixamos nossa contribuição para que esse sonho se tornasse realidade.


Não faço esse registro para buscar reconhecimento pessoal. Obras públicas, projetos e grandes eventos nunca são resultado do trabalho de uma única pessoa. Eles são construídos por gerações, por líderes, por trabalhadores, por instituições e por cidadãos que acreditaram que era possível fazer mais e melhor.


Por isso, considero justo prestar minha homenagem a todos aqueles que ajudaram a construir essa história: dirigentes do Sindicato dos Produtores Rurais, organizadores, ex-presidentes, ex-prefeitos, vereadores, servidores públicos, patrocinadores, produtores, expositores, artistas, trabalhadores e voluntários. Cada um deixou sua marca para que a Exposição de Carangola se transformasse em um dos maiores patrimônios culturais, econômicos e sociais da nossa região.


A história não pertence a um governo, a uma instituição ou a uma pessoa. A história pertence ao povo.


Ela precisa ser preservada, contada e respeitada, porque é ela que inspira o presente e orienta o futuro.


Parabéns a todos que fizeram, fazem e continuarão fazendo da Exposição de Carangola um motivo de orgulho para nossa cidade.


Porque, acima de qualquer estrutura, de qualquer show ou de qualquer realização, o verdadeiro patrimônio da Expo sempre foi, é e continuará sendo a nossa gente.


São as pessoas que constroem os sonhos. São elas que escrevem a história. E são elas que fazem da Exposição de Carangola muito mais do que uma festa: um símbolo da força, da união e da identidade do nosso povo.

Nessa mesma data, estávamos realizando mais uma edição da Expedição Rota da Alegria, em Ouro Preto, que mais uma vez foi um grande sucesso. Recebemos uma equipe carioca formada por alguns dos maiores pilotos do off road do Rio de Janeiro, parceiros que sempre prestigiam, reconhecem e valorizam o nosso trabalho.

A Rota da Alegria é muito mais do que uma viagem. É um projeto de integração, amizade, turismo, cultura e desenvolvimento regional. A cada edição, percorremos estradas, trilhas e caminhos históricos, conectando pessoas às riquezas naturais, culturais, gastronômicas e patrimoniais de Minas Gerais.

Nesta edição, Ouro Preto foi o grande palco dessa experiência. Além da emoção das trilhas, os participantes conheceram a história da antiga capital mineira, seu patrimônio reconhecido mundialmente, sua arquitetura, sua culinária e a hospitalidade do povo mineiro. Cada roteiro é planejado para proporcionar aventura com segurança, conhecimento e momentos inesquecíveis.

Nosso objetivo sempre foi promover toda a região, fortalecer o turismo, movimentar a economia local e mostrar que Minas Gerais possui um potencial extraordinário para o turismo de experiência e o off road responsável.

A programação reuniu aventura, conhecimento, integração e valorização do patrimônio histórico mineiro. Os participantes percorreram estradas históricas, trilhas e cenários naturais, conhecendo de perto a riqueza arquitetônica, cultural e gastronômica da primeira cidade brasileira reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Muito além de uma viagem de aventura, a Rota da Alegria representa um modelo inovador de turismo de experiência. Cada roteiro é planejado para conectar visitantes às histórias, tradições, paisagens e comunidades locais, promovendo um intercâmbio cultural que beneficia tanto quem participa quanto os municípios que recebem as expedições.

Turismo que gera desenvolvimento

Criada por Francisco Cabral, idealizador de diversos projetos de integração turística, juntamente com sua parceira Professora Luciana Rampi, a Rota da Alegria nasceu com uma proposta clara: utilizar o universo do off road como ferramenta para divulgar os destinos turísticos brasileiros, especialmente Minas Gerais, incentivando a geração de emprego, renda e oportunidades para pequenos empreendedores.

Durante as expedições, hotéis, pousadas, restaurantes, cafeterias, produtores rurais, artesãos, guias, atrativos turísticos e o comércio local passam a integrar uma cadeia econômica beneficiada diretamente pela presença dos visitantes.

Mais do que movimentar a economia, o projeto promove a valorização da identidade regional, incentiva a preservação do patrimônio histórico e ambiental e desperta nos participantes um sentimento de pertencimento e respeito pelas comunidades visitadas.

A proposta também contribui para descentralizar o turismo, levando visitantes a locais muitas vezes fora dos roteiros tradicionais e revelando novos destinos com grande potencial para receber turistas durante todo o ano.

Educação, inclusão e turismo caminhando juntos

Desde sua criação, a Professora Luciana Rampi desempenha papel fundamental no fortalecimento da Rota da Alegria. Educadora e defensora da educação inclusiva, ela acredita que o turismo é uma poderosa ferramenta de formação cidadã, valorização cultural e transformação social.

Sua participação vai além do apoio institucional. Luciana contribui na construção de uma visão que integra educação, cultura, preservação ambiental, acessibilidade e desenvolvimento regional, tornando cada expedição uma oportunidade de aprendizado e conscientização.

Essa parceria demonstra que turismo e educação podem caminhar juntos, formando cidadãos mais conscientes, fortalecendo a identidade cultural das comunidades e estimulando novas oportunidades para as futuras gerações.

Minas Gerais como protagonista

A escolha de Ouro Preto para esta edição reforça a missão da Rota da Alegria de apresentar ao Brasil o potencial turístico de Minas Gerais. A cidade recebeu os participantes com seu conjunto arquitetônico, museus, igrejas, manifestações culturais, culinária típica e paisagens que encantam visitantes do mundo inteiro.

A presença de pilotos experientes do Rio de Janeiro evidencia o reconhecimento que o projeto conquistou ao longo dos anos. Muitos retornam às expedições por confiarem na organização, na segurança dos roteiros e na proposta de unir aventura, amizade, cultura e responsabilidade ambiental.

Um projeto que conecta pessoas e territórios

Ao longo de sua trajetória, a Rota da Alegria vem consolidando uma ampla rede de parcerias entre municípios, instituições, empreendedores e participantes de diferentes estados brasileiros.

Cada edição amplia a divulgação dos destinos visitados, fortalece o turismo regional e demonstra que iniciativas colaborativas podem transformar potencial turístico em desenvolvimento econômico e social.

Mais do que percorrer trilhas, a Rota da Alegria percorre histórias. Mais do que visitar cidades, conecta pessoas. E mais do que promover aventuras, constrói oportunidades para que Minas Gerais continue sendo reconhecida como um dos maiores destinos de turismo de experiência, natureza, cultura e história do Brasil.

Com o apoio total da Professora Luciana Rampi e o trabalho de Francisco Cabral, o projeto segue crescendo, ampliando fronteiras e reafirmando seu compromisso de promover Minas Gerais, valorizar seus municípios e mostrar ao Brasil que o turismo é um dos caminhos mais eficientes para gerar desenvolvimento sustentável, fortalecer a cultura e transformar vidas.


Nenhum comentário:

Postar um comentário