terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Passageiros , vítimas fatais e feridos graves, que viajavam no ônibus da 1001 que sofreu acidente, não usavam cinto de segurança.

O acidente envolvendo o ônibus da Autoviação 1001 no final da tarde deste domingo (11), que matou quatro pessoas e feriu diversas outas, trás ao debate um tema extremamente importante: O uso do cinto de segurança no transporte coletivo. Diversos profissionais de saúde, socorristas e voluntários que participaram do resgate aos feridos e ouvidos pela reportagem, são unânimes em afirmar que praticamente a maioria dos passageiros, exceto o motorista e outros que não se feriram, usavam o equipamento. As vítimas fatais e as vítimas com ferimentos mais graves estariam sem cinto de segurança.
De acordo com a ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, apesar de disponíveis nos assentos e obrigatório no transporte intermunicipal/estadual (como era o caso do veículo prefixo 3847 da 1001), apenas 2% dos passageiros costumam afivelar o cinto, um agravante pois pesquisa, indica que por essa falta, são gerados15 mil ferimentos e duas mil mortes registrados por ano nas estradas, que poderiam ser evitados. Seu uso, por outro lado, reforça o estudo, reduz em 40% o risco de fraturas graves e em 75% o risco de morte do passageiro em caso de acidentes.
Se você é um passageiro de ônibus habitual, mas que mesmo assim esquece de colocar o cinto, comece a ter mais cuidado na hora que entrar no veículo. Regule o cinto de segurança para você de forma confortável antes mesmo do ônibus partir, deixando-o afivelado durante todo o trajeto. Isto é um ato de amor e respeito por si mesmo, além de servir como exemplo para que outros passageiros façam o mesmo.
Da redação da Rádio Natividade. Com edição

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