sexta-feira, 9 de março de 2018

Forte calor durante o dia e fortes e constantes chuvas de verão na madrugada. Coisas da natureza que trazem problemas em áreas não planejadas.

Foto Ilustrativa
Arquivo Éocombatente
Nessa quinta feira o intenso calor durante todo o dia e nessa madrugada uma forte e constante tempestade de verão. Uma rotina comum para esse período, que tem se mantido, como há muito tempo não se via. Foi até musicalizada em outros tempos: "São as águas de março fechando o verão".
No entanto essas fortes chuvas expõe alguns dos maiores problemas da área urbana de nossas cidades em decorrência da falta de planejamento e infraestrutura. Provocadas pela ocupação desordenada(em alguns casos até sobre leitos de córregos). Em outros a falta de áreas de captação dessas águas pluviais, ou sendo estas subdimensionadas, que provocam pequenas enchentes que ao passar das chuvas rapidamente voltam ao normal. Em grandes centros onde a impermeabilização de toda área urbana é quase 100% o problema é mais acentuado.
Nos córregos, rios e ribeirões o aumento do volume d'água é natural. Algumas áreas de várzeas se enchem naturalmente. Felizmente em nossa região nada além disso até o momento. No entanto a coloração demasiadamente turva e alaranjada é sinal de alto índice de sedimentos carreados ao seus leitos que provocam assoreamento e são provocados em decorrência da falta das matas de topos, encostas e as ciliares. Ou seja práticas agrícolas não conservacionistas. 
Portanto. Que tal à partir de agora repensarmos  nossas atitudes em relação ao meio ambiente que é um todo. Não adianta reclamar. Pois daqui há pouco essa água vai faltar. Pois ela se esvaiu rapidamente e não encharcou o solo como deveria para realimentar as nascentes. 
Foto Ilustrativa. Arquivo Éocombatente
Ah. Não nos esquecendo as montanhas de lixo carreadas para os leitos dos córregos. Mas não adianta colocar o lixo em lugar e nem em horário certo. O certo é não produzir lixo. Como??? Recicle, reutilize, reinvente, refaça, reduza ao máximo possível e quase o impossível a produção de lixo. O todo ambiente agradece.

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