sábado, 10 de março de 2018

Atenção. Não são os rios que estão invadindo as cidades e sim as cidades que invadiram os rios.


“Quando a última árvore for cortada, 

quando o último rio for poluído, 

quando o último peixe for pescado, 

aí sim eles verão que dinheiro não se come…”

Arquivo do Éocombatente
Um alerta.
 Apesar de naturalmente, em alguns casos específicos, chove mais ou chove menos a cada período nessa época do ano. O que vimos até então não são os rios que estão invadindo as cidades e sim as cidades que invadiram os rios. 
Com o perdão, o conhecimento e o entendimento de todos aqueles atingidos nesse período. Pois nossa colocação tem o cunho de despertar, o que até então não se discute: Os graves problemas da falta de planejamento nas construções das cidades e obras. Assim como a falta de fiscalização pelos órgãos competentes. 
Estamos no período de chuvas e é natural e até benéfico, em parte, essas cheias. Findando nesse período com a "tradicional", assim podemos dizer como os antigos, "enchente das goiabas". Em referência à esse período de produção natural das goiabas.
O que nos preocupa é vermos a coloração excessiva das águas em tom alaranjado, carregadas de sedimentos em excesso, com claro sinal de que houve carreamento de parte do solo para o leito dos rios. Provocando o empobrecimento dos solos, voçorocas nas encostas e topos de morros desprotegidos e o assoreamento dos rios, ribeirões e córregos. Já alertamos e voltamos a alertar. Devemos implementar práticas agrícolas conservacionistas. Repor as florestas de topos e encostas de morro e as matas ciliares. 
Foto Arquivo do Éocombatente
2016
Tudo isso é pouco para recuperarmos os danos causados ao meio ambiente. Para que daqui há pouco, em alguns meses, não venhamos reclamar o porquê da seca e da falta d'água. 
Lembrem-se disso: Não são os rios que estão invadindo as cidades e sim as cidades que invadiram os rios. 






Confiram:

Crise Hídrica. Monumentos da Região: Cachoeira de TOMBOS e o BICÃO, sofrem com a escassez de água.

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