terça-feira, 27 de junho de 2017

60 dias depois. Polícia ainda procura envolvidos no maior assalto do Paraguai

Em abril, uma quadrilha explodiu parte da sede da Prosegur em Ciudad del Este...
Dois meses depois do maior roubo da história do Paraguai, polícias da tríplice fronteira ainda não sabem quantos bandidos estão envolvidos na ação. Na madrugada de 24 de abril, uma quadrilha explodiu parte da sede da Prosegur em Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu.
O mega-assalto entrou para a história como o maior roubo já registrado no país vizinho. Na ação, um policial que fazia a segurança do local foi morto.
A polícia brasileira reforçou o efetivo na divisa. As autoridades prenderam 15 suspeitos e recuperaram R$ 4,5 milhões em notas de real, dólar e guarani - armas, munições e explosivos também foram apreendidos.
Em confronto com policiais, três envolvidos foram mortos, e, de lá para cá, pouco se avançou. Na Argentina, a polícia local prendeu Néstor Ariel Palma, de 43 anos, na província de Corrientes.
Palma estava na lista internacional de procurados por outros crimes. Autoridades paraguaias afirmam que ele é o dono da casa usada pela quadrilha para planejar o assalto.
No Brasil a investigação mira a principal facção criminosa do país, o PCC. O juiz federal Odilon de Oliveira revelou que a organização está usando o dinheiro roubado para novos ataques a carros fortes.
No mês passado, uma advogada brasileira de 36 anos foi presa em Ciudad del Este também suspeita de ligação com o mega-assalto à Prosegur. Ela foi expulsa do país vizinho e entregue à polícia brasileira e está sendo investigada por envolvimento com a mesma facção criminosa.
As informações são do UOL/Band.
Transcrito CGN

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