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sexta-feira, 14 de março de 2014

IMA apreende caminhão com 6 toneladas de carne, na MG 111 e descarta o produto no lixão em Carangola.

Na manha dessa sexta feira(13) na MG 111 o Instituto Mineiro de Agropecuária IMA, através de sua equipe técnica com o apoio da Policia Rodoviária Estadual(PRV) Sgto Luciano e CB Soares, apreenderam uma carga de carne de um caminhão do AP Frigorífico de Eugenópolis(MG) avaliada em cerca R$100.000,00. Foram quase 6 toneladas de carne que foram apreendidas e descartada no lixão de Carangola. 
O motivo da apreensão, segundo os técnicos IMA, é a falta de carimbo da Fiscalização Sanitária e a autorização para comercialização do produto em outro município diferente do local do abate. No caso o Selo de Inspeção Sanitária Estadual ou Federal.
Os proprietários do Frigorífico estiveram no local na tentativa de evitar que o produto fosse jogado fora. Segundo o Fiscal do IMA esse é um procedimento padrão.




6 comentários:

  1. sinceramente, deveria ter uma solução que não fosse jogar no lixo!!!

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  2. 6.000 kg de carne jogadas fora, quantas pessoas carentes poderiam ser alimentadas! Infelizmente estamos num país que a burocracia fala mais alto que o bom senso.

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  3. lamentávellll ganancia fala mais alto do que a fome de muitos

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  4. é um trabalho importante, imagina a qualidade da carne em sua mesa, vc comeria algo estragado sem saber facinho, se estivesse com a inspeção do abate não teria esse prejuízo.

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  5. Nem Tudo que é Legal é Ético ou Moral.
    Legalidade e moralidade nem sempre andam de mãos dadas. Deveriam estar. Mas não estão. Afinal, o Brasil é o país do jeitinho, da impunidade e do nepotismo, e, do ventre que gera tal tripé, que tanto mal causa ao Estado nacional, não poderia deixar de parir também a imoralidade, uma vez que, esta última, é filha biológica daqueles três primeiros, graças à metamorfose provocada pelo regime cartorial-patrimonialista no útero familismo, de cujas entranhas brota a raiz que emperra a democracia e inibe o desenvolvimento, ao mesmo tempo em que sustenta a teia coronelística por onde aflora o imoral-legal. O Brasil é fértil neste campo. Logicamente que se pensarmos nas questões legais, burocráticas e jurídicas essa apreensão foi legal. Pelo lado ético, moral essa prática é uma agressão a humanidade, pessoas passando fome. Vivemos em um mundo de paradoxos: gente sem casa e casas sem gente, ricos mais ricos e pobres mais pobres, desperdício versus fome. Dizem-nos que o mundo é assim e que é má sorte. Apresentam-nos a realidade como inevitável. Mas não é verdade. Uma vez que, o sistema e as políticas se digam neutras e não são. Têm uma inclinação ideológica e reacionária: procuram o benefício, ou agora a sobrevivência, de poucos à custa da grande maioria. Assim funciona o capitalismo, também nas coisas de comer.
    Não temos em nossa jurisdição municipal um frigorifico, essa mercadoria que foi aprendida e descartada, era oriunda de um frigorifico que não possui legalmente os selos de inspeções estadual, e/ou federal. Consequentemente esse frigorifico não pode comercializar seus produtos fora do domicilio municipal. As autoridades carangolenses em nome do governo municipal e secretaria de agricultura pecuária e abastecimento, precisam urgentemente encontrar um caminho legal e instalar aqui um frigorifico dentro dos padrões e normas que atendam a toda legislação sanitária vigente. A não implantação de um abate legalizado dá margens ao abate clandestino aquele abatido no (mato).

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  6. Tanta gente nesse pais passando fome e só por não ter um selo que da permissão para a comercialização entre municipios e estados jogar essa quantidade de carne fora?
    Duvido se quem estava la e viu isso não aproveitou dessa carne na hora que geral foi embora.

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